Em formação

Cerco de Gomphi, 48 a.C.


Cerco de Gomphi, 48 a.C.

O cerco de Gomphi (48 aC) foi uma pequena vitória conquistada por César no período entre sua derrota em Dirráquio em maio e sua vitória em Farsala em agosto (Grande Guerra Civil Romana). César tentou sitiar Pompeu em seu acampamento em Dirráquio, mas em 20 de maio Pompeu rompeu as linhas de César. No rescaldo dessa derrota, César decidiu recuar para o leste, para a Tessália, com Pompeu o seguindo com cautela.

Em Aeginium Cesar juntou-se a outro de seus exércitos, sob Cnaeus Domitius Calvinus. O exército combinado então avançou ao longo da estrada do Épiro à Tessália, uma área que originalmente havia prometido apoiar César. A notícia da vitória de Pompeu em Dirráquio chegou antes de César e ajudou a convencer Androsthenes, pretor da Tessália, a ficar do lado de Pompeu. Quando César se aproximou de Gomphi, que ele descreveu como a primeira cidade da Tessália na estrada de Épiro, Andróstenes enviou mensageiros a Pompeu e Cipião pedindo ajuda e se preparou para defender a cidade.

César não deu tempo a Pompeu para enviar ajuda. No dia em que ele chegou fora de Gomphi, seus homens construíram o acampamento e receberam ordem de construir equipamento de cerco. O ataque começou logo depois das 3 da tarde, e a cidade caiu antes do pôr do sol. Os homens de César, que estavam com falta de suprimentos, foram autorizados a saquear a cidade. De acordo com Appian, os homens de César ficaram tão bêbados que Pompeu poderia ter conquistado uma vitória fácil se não tivesse seguido tão atrás. Appian também relata que vinte dos principais cidadãos da cidade foram encontrados mortos na loja de um boticário por terem cometido suicídio, o preço por escolher o lado errado na guerra civil romana.

Depois de levar Gomphi, César avançou para Metrópolis. A notícia do destino de Gomphi chegou antes dele, e os cidadãos de Metrópolis prontamente o receberam em sua cidade. Grande parte da Tessália fez o mesmo. César mudou-se para Farsala, onde a batalha decisiva da campanha seria travada.


Batalha de Thapsus

o Batalha de Thapsus foi um engajamento na Guerra Civil de César que ocorreu em 6 de abril de 46 aC [1] perto de Thapsus (na Tunísia moderna). As forças republicanas dos Optimates, lideradas por Quintus Caecilius Metellus Scipio, foram derrotadas de forma decisiva pelas forças veteranas leais a Júlio César. [2] Ele foi seguido logo pelos suicídios de Cipião e seu aliado, Catão, o Jovem, o Rei Númida Juba, seu par romano Petreio, e a rendição de Cícero e outros que aceitaram o perdão de César.


Batalha de Dyrrhachium

No final de 49 aC, César e suas 12 legiões chegaram a Brundisium, onde ele esperava conseguir passagem para a Grécia. Um antigo rival, Bibulus, controlava o mar de Iônio com a marinha republicana, e César se preocupava com quando e como fazer uma travessia.

Em janeiro de 48 aC, César decidiu que não havia tempo como o presente e decidiu fazer uma travessia surpresa de inverno, para compensar a vantagem que o inimigo mantinha na superioridade naval. Infelizmente, ele só conseguiu assegurar transportes suficientes para sete legiões esgotadas, ou 15.000 homens e cerca de 500 cavalaria, e depois de desembarcar com segurança em Palaeste, ele enviou seus navios de volta a Brundisium para transportar Marco Antonius e as cinco legiões restantes.

Sem o elemento surpresa após a primeira travessia bem-sucedida, Bibulus ficou sabendo da viagem de volta e interceptou a frota de César. Bloqueados por Bibulus, as forças restantes de Antônio e César, junto com o grosso dos suprimentos, foram forçados a esperar perto de Brundisium.

Agora isolado na Grécia, César e seu exército muito menor corriam sérios riscos. Pompeu o superava em número, cerca de 55.000 + contra 15.000 de César, e César estava terrivelmente sem suprimentos. César moveu-se para o norte de sua posição de desembarque, primeiro em Apolônia, depois no depósito de suprimentos vitais de Pompeu em Dirráquio. Pompeu, entretanto, já estava se mudando para a cidade onde planejava aquartelar seu exército no inverno.

Nesse ínterim, César fez um importante gesto diplomático para evitar a guerra. Ainda provavelmente totalmente decidido a "vencer" no campo de batalha, ele podia ter certeza, entretanto, de que qualquer proposta de paz seria rejeitada. Ao enviar Vibullius Rufus para negociar, César poderia reivindicar ser o pacificador e que Pompeu e os republicanos foram a verdadeira causa da guerra. Apesar de tudo, César moveu seu exército para o lado sul do rio Apsus, enquanto Pompeu posicionou o seu na margem norte. Lá, os dois exércitos esperaram os meses de inverno, enquanto Pompeu não fez nada contra seu inimigo muito menor.

Durante o inverno, César não ficou ocioso. Ele e seus homens não estavam apenas ocupados em busca de comida, mas também conseguiram virar o jogo na frota de Pompeu. Bíbulo e a frota impediram que os suprimentos e os reforços de Antônio chegassem a César, mas as forças de César impediram a frota de ir a vários portos para obter reabastecimento também. Em meados do inverno, Bibulus morreu de doença e a frota de Pompeu estava em uma forma tão desesperada quanto o exército de César.

No terreno, a situação parecia mais uma reunião de soldados do que dois exércitos opostos prestes a entrar em batalha. Os homens de Pompeu claramente temiam César e, apesar de sua superioridade numérica, parecia haver pouca vontade de lutar. A confraternização entre os homens de ambos os lados poderia ter corroído lentamente o apoio ao ocioso Pompeu, se não fosse pela intervenção do ex-legado de César, Labieno. Ele repreendeu seus próprios homens por sua falta de lealdade e proclamou que a guerra só terminaria quando a cabeça de César fosse trazida a ele. Pondo fim às contínuas reuniões entre os dois lados, o esforço oportuno de Labieno pode ter impedido uma rendição completa das forças republicanas a César, obviamente forçando a questão a ser resolvida em combate.

Na primavera de 48 aC, Antônio conseguiu evitar a frota republicana e finalmente fez sua travessia para a Grécia. Ventos terríveis empurraram Antônio e suas quatro legiões bem ao norte de seu objetivo, e ele foi forçado a pousar perto de Lissus, colocando Pompeu entre os dois exércitos muito menores de César. Pompeu ordenou que seu legado, Quintus Cecilius Metellus Pius Scipio, se juntasse a ele da Síria, e César destacou duas legiões sob Domício Calvino para bloquear essa ameaça. Agora Pompeu correu para chegar a Antônio enquanto ele estava isolado, mas César não demorou e o seguiu de perto.

Pompeu parece ter entrado em pânico com a ideia de ser pego entre os dois exércitos e manobrado entre eles, enquanto César apenas continuou para o norte, até Antônio e o depósito de suprimentos vitais de Dirráquio. Pompeu percebeu seu erro e tentou correr para o depósito, mas desta vez, os homens de César foram mais rápidos. Os dois exércitos acamparam em lados opostos de um pequeno rio chamado Torrente Shimmihl, com César ao norte e Pompeu ao sul, e Dirráquio no lado de César do rio.

Compreendendo que o suprimento e a logística ainda eram a chave, César decidiu usar sua grande habilidade na guerra de cerco para cercar Pompeu. Os homens de César construíram uma impressionante muralha fortificada de aproximadamente 17 milhas ao redor do exército de Pompeu, prendendo-a contra o mar. Pompeu, em vez de atacar seu oponente ainda menor, respondeu construindo um trabalho defensivo semelhante. Embora Pompeu ainda pudesse ser reabastecido por mar, o que ele não percebeu foi que César controlava o fluxo de água doce e imediatamente começou a cortá-lo.

As escaramuças eram constantes, e fora de Dyrrhachium César relata que os dois lados travaram seis batalhas em um único dia. Pompeu simplesmente não conseguia romper e o desespero estava começando a se instalar. No meio do verão, porém, Pompeu teve um golpe de sorte afortunado. Dois auxiliares gauleses foram pegos roubando o pagamento dos legionários, mas conseguiram escapar para Pompeu. Com esses dois homens ao seu lado, Pompeu foi capaz de descobrir o ponto mais fraco da muralha de César. Uma seção ao sul das linhas ainda não havia sido concluída e era o único alvo viável para o ataque.

No início de julho, Pompeu consolidou seu exército e ficou com até seis legiões na posição vulnerável. A IX legião de César, terrivelmente dominada, foi forçada a fugir do ataque e Pompeu estabeleceu um novo acampamento do lado de fora da muralha.

César tentou reforçar a brecha com 12 coortes sob o comando de Antônio e foi inicialmente bem-sucedido em conter a retirada. César então empurrou os pompeianos de volta para o mar, reconquistando parte de sua muralha no processo. 33 coortes (3 legiões) foram enviadas contra o novo acampamento de Pompeu, mas foi aqui que as coisas deram terrivelmente erradas.

Os atacantes foram derrotados em quase dois a um e, embora inicialmente bem-sucedidos, simplesmente não conseguiram manter a vantagem. A asa direita de César começou a se dobrar ao ser flanqueada e ameaçada pela retaguarda. Quando a ala desmoronou, o exército de César entrou em pânico e começou a desbaratar. César pessoalmente tentou conter a retirada, mas tudo estava perdido, e o único curso de ação era tentar salvar seu exército. César, na verdade, perdeu apenas 1.000 homens na batalha, o que foi realmente uma questão bastante pequena, considerando o tamanho dos exércitos, mas o segredo era que Pompeu agora poderia reivindicar a vitória, e o fez com sinceridade.

Em seguida, Pompeu cometeu o erro mais crítico de toda a guerra. Em vez de continuar avançando nas linhas abaladas de César, ele decidiu permanecer firme, aparentemente se sentindo seguro de que César havia sido derrotado e que a guerra havia acabado. Na realidade, tudo poderia muito bem ter acabado se Pompeu simplesmente tivesse atacado César em todas as suas linhas. Seu exército muito provavelmente teria caído em uma derrota completa e sido capturado ou morto em massa.

Em vez disso, Pompeu parecia não ter coragem de terminar o trabalho. O próprio César disse que "Hoje a vitória teria sido do inimigo se houvesse alguém entre eles para ganhá-la."

César reuniu seu exército e se afastou, na esperança de atrair Pompeu para longe de sua própria fonte de suprimentos. Ele o seguiu inicialmente, mas disputas mesquinhas dentro do campo republicano o forçaram a parar. Pompeu e os senadores estavam mais preocupados em dividir os despojos que certamente viriam com a vitória do que realmente terminar o trabalho. Essa trégua deu a César tempo suficiente para investir e capturar a cidade de Gomphi, onde seu exército saqueou e foi alimentado. Reenergizado, César moveu-se em direção a Farsala, onde Pompeu acabou se mudando para encontrá-lo.


O cerco

Pompeu estava em uma posição forte com o mar às suas costas e cercado por colinas que comandavam a área imediata, tornando impossível um ataque à posição. César, em vez disso, puxou uma peça do livro de jogo da Guerra da Gália e ordenou que seus engenheiros construíssem muros e fortificações para prender Pompeu contra o mar. Pompeu respondeu com paredes e fortificações próprias para impedir qualquer avanço posterior. Entre essas duas fortificações, foi criada uma terra de ninguém que viu escaramuças constantes com pouco ou nenhum avanço, semelhante à guerra de trincheiras da Primeira Guerra Mundial. César manteve as terras agrícolas afastadas, mas foram limpas e Pompeu, com o mar para seu de volta, foi capaz de ser reabastecido por navio. À medida que o cerco avançava, suas posições começaram a mudar. Pompeu achou difícil, com as terras limitadas, criar forragem suficiente para seus cavalos e outros suprimentos, como água doce, tornaram-se cada vez mais difíceis de manter. A colheita estava se aproximando e logo César teria comida suficiente para prolongar sua posição, fazendo com que Pompeu ficasse desesperado para escapar do cerco. Em meados do verão, porém, Pompeu teve um feliz golpe de sorte. Dois auxiliares gauleses foram pegos roubando o pagamento dos legionários, mas conseguiram escapar para Pompeu. Com esses dois homens ao seu lado, Pompeu foi capaz de descobrir o ponto mais fraco da muralha de César. Uma seção ao sul das linhas ainda não havia sido concluída e era o único alvo viável para o ataque.


  1. ↑ 1.000 de acordo com o próprio César, 1.000 de acordo com Plutarco em seu Vida de césar mas 2.000 de acordo com o mesmo autor em seu Vida de Pompeu. 4.000 de acordo com Orosius. Algumas fontes podem ter levado em consideração os prisioneiros cesarianos mortos após a batalha.
  2. ↑ "Batalha de Dyrrhachium". UNRV. Arquivado do original em 11 de junho de 2011. Página visitada em 19 de junho de 2011. Parâmetro desconhecido | deadurl = ignorado (ajuda) & lttemplatestyles src = "Módulo: Citation / CS1 / styles.css" & gt & lt / templatestyles & gt
  3. ↑ http: //www.historyofwar.org/articles/battles_dyrrhachium.html
  4. ↑ PlutarcoPompeu65.5, tradução de Dryden: p. 465.

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Asedio

El principal ej & # xE9rcito cesariano março & # xF3 por la calzada romana entre Epiro y Tesalia, pero las noticias de su derrota llegaron antes y Andr & # xF3stenes, pretor de Tesalia, se puso del lado pompeyano. [16] & # x200B Cuando C & # xE9sar se aproxim & # xF3 a Gonfos, atual Paleo Episkopi, [11] & # x200B el pretor pidi & # xF3 ayuda a Pompeyo y Escipi & # xF3n y se prepara & # xF3 para defender la cidade. Inmediatamente, C & # xE9sar hizo construir una Castra (campamento) y las m & # xE1quinas de asedio. El asalto comenz & # xF3 en la tarde y antes del atardecer la noche la urbe hab & # xEDa ca & # xEDdo. Os soldados cesarianos estaban molestos por la batalla y el hambre que hab & # xEDan pasado los d & # xEDas anteriores, as & # xED que C & # xE9sar no intento contener su furia y saquearon Gonfos. [16] e # x200B

Los cesarianos estaban tan emborrachados que si Pompeyo hubiera llegado a tiempo la victoria le habr & # xEDa sido f & # xE1cil. En la tienda del boticario se encontraron los cad & # xE1veres de 20 de los principales ciudadanos de la villa, se suicidaron con veneno. [17] & # x200B Poco depois de & # xE9s, C & # xE9sar sigui & # xF3 a Metr & # xF3polis, Paleo Kastro real, donde mostra & # xF3 a las autoridades de Gonfos, la que se rindi & # xF3 de inmediato. Despu & # xE9s todas as ciudades de Tesalia, exceto Larisa, ocupada por Escipi & # xF3n, se rindieron a C & # xE9sar. [18] e # x200B [11] e # x200B


Conflitos militares semelhantes ou semelhantes à Batalha de Thapsus

Lutou em 4 de janeiro de 46 aC na província romana da África, entre as forças republicanas dos Optimates e as forças leais a Júlio César. Comandado por Tito Labieno, o ex-apoiador de César e # x27 que desertou para o lado republicano no início da guerra civil. Wikipedia

Agora, a Tunísia em 24 de agosto e foi travada entre Júlio César e o general Gaius Scribonius Curio e os republicanos de Pompeu sob Publius Attius Varus e o rei Juba I da Numídia. Derrota esmagadora para as forças cesarianas e a morte de Curio. Wikipedia

A batalha decisiva da Guerra Civil de César e # x27. Em 9 de agosto de 48 aC em Farsalo, na Grécia central, Caio Júlio César e seus aliados formaram-se em oposição ao exército da República sob o comando de Cneu Pompeu Magnus ("Pompeu, o Grande"). Wikipedia

Lutou entre Júlio César e o general Gaius Scribonius Curio e legionários de Pompeu comandados por Publius Attius Varus apoiados pela cavalaria númida e soldados de infantaria enviados pelo rei Juba I da Numídia. Curio derrotou os pompeianos e númidas e levou Varus de volta à cidade de Utica. Wikipedia

Batalha durante a Guerra Civil de César e # x27 que ocorreu perto da cidade de Dirráquio (onde hoje é a Albânia). Lutou entre Júlio César e um exército liderado por Cneu Pompeu, que tinha o apoio da maioria do Senado Romano. Wikipedia

Primeiro confronto militar de César e Guerra Civil # x27. Mantido por uma força de Optimates sob o comando de Gnaeus Pompeius Magnus. Wikipedia

General romano e estadista que desempenhou um papel crítico nos eventos que levaram ao desaparecimento da República Romana e à ascensão do Império Romano. Em 60 aC, César, Crasso e Pompeu formaram o Primeiro Triunvirato, uma aliança política que dominou a política romana por vários anos. Wikipedia

O primeiro confronto militar significativo da Guerra Civil de César e # x27. Mantido por uma força de Optimates sob o comando de Lucius Domitius Ahenobarbus. Wikipedia

Político e general romano que desempenhou um papel crítico na transformação da República Romana de uma república constitucional em um Império Romano autocrático. Apoiador de Júlio César e serviu como um de seus generais durante a conquista da Gália e a Guerra Civil. Wikipedia

Principal general e estadista romano, cuja carreira foi significativa na transformação de Roma de república em império. Por um tempo, um aliado político e mais tarde inimigo de Júlio César. Wikipedia

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Batalha naval travada na costa de Tauroento durante a Guerra Civil de César e # x27. Frota de alívio ideal liderada por Lucius Nasidius em 31 de julho de 49 aC. Apesar de estarem significativamente em menor número, os Populares prevaleceram e o Cerco de Massilia foi capaz de continuar levando à eventual rendição da cidade. Wikipedia

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Elefante que foi treinado e guiado por humanos para o combate. Para atacar o inimigo, rompendo suas fileiras e instilando terror. Wikipedia

Senador e general romano mais conhecido como um dos principais instigadores do complô para assassinar Júlio César em 15 de março de 44 aC. O cunhado de Brutus, outro líder da conspiração. Wikipedia

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Breve confronto militar durante a Guerra Civil de César e # x27. Após a derrota na Batalha de Dirráquio, os homens de Gaius Júlio César cercaram a cidade tessália de Gomphi. Wikipedia

A batalha final da guerra civil de César contra os líderes dos Optimates. Politicamente capaz de retornar em triunfo a Roma e governar como o ditador romano eleito. Wikipedia

As campanhas militares de Júlio César constituíram a Guerra da Gália (58 aC-51 aC) e a guerra civil de César (50 aC-45 aC). Agora a França. Wikipedia

O mesquinho rei da Numídia ocidental com sua capital em Cirta (81–46 aC). Recebeu o nome de seu famoso ancestral Masinissa I, o unificador e fundador do reino da Numídia. Wikipedia

Batalha que ocorreu em junho de 82 aC durante a República Romana e a Segunda Guerra Civil # x27. A batalha colocou os Optimates sob o comando de Lucius Cornelius Sulla contra os Populares comandados por Gnaeus Papirius Carbo. Wikipedia

Série de escaramuças e batalhas ocorrendo entre as forças de Júlio César, Cleópatra VII, Arsinoe IV e Ptolomeu XIII, entre 48 e 47 AC. Durante esse tempo, César travou uma guerra civil contra as forças do Senado Romano. Após a Batalha de Farsalo, entre as forças de César e as de Cneu Pompeu Magnus e o Senado, a maioria das forças comandadas por Pompeu foram dispersas ou rendidas a César. Wikipedia


Obras de cerco romano

& # 8220O objetivo principal deste livro & # 8221, escreve Davies em sua introdução, & # 8220é aumentar a consciência da importância dos trabalhos de campo para o sucesso (ou não) das operações de cerco romano & # 8221 (8). 1 É difícil ver como tal objetivo poderia ser alcançado sem uma avaliação geral da guerra de cerco romano. De que outra forma podemos testar a alegação de D. & # 8217s de que os trabalhos de campo eram importantes? Infelizmente, apenas o mais básico & # 8220 resumo da trajetória geral dos desenvolvimentos & # 8221 (133) é apresentado, quase como uma reflexão tardia, escondido na conclusão final. E pior, D. selecionou como exemplares apenas aqueles cercos durante os quais as obras de campo foram erguidas, passando silenciosamente por cima dos outros.

Para ele, o dilema enfrentado por todo comandante romano era & # 8220 que tipo de sistema de cerco deveria ser empregado & # 8221 (37). 2 Mas, muitas vezes, os romanos não empregavam nenhum & # 8220sistema de crime & # 8221. Para cada Cápua (212/211 aC, onde a cidade era cercada por um sistema duplo de valas e muralhas, havia um Leontini (214 aC, onde os sitiantes simplesmente forçaram os portões, ou um Arpi (213 aC, onde a cidade foi tomada por escalada clandestina. Para cada Thala (108 a.C. rodeada por uma vala e paliçada, ameaçada por aterros e danificada por máquinas de cerco, havia um Vaga (109 a.C.) ou um Capsa (107 a.C., onde os romanos não construíram & # 8220 elementos de trabalho de cerco & # 8221. O conhecido bloqueio de Numantia (133 aC, durante o qual o local foi cercado por uma parede de pedra conectando uma série de fortes e acampamentos, foi precedido por duas tentativas fracassadas de ataque frontal (141/140 aC) e escalada (138 aC), mas nenhum & # 8220 sistema de cerco. & # 8221 O registro histórico, ao que parece, está em desacordo com a premissa básica de D. & # 8217 de que as estruturas eram fundamentais para a guerra de cerco.

Seja como for, D. escreveu um livro sobre obras de cerco, que ele define como & # 8220encompõe todas essas estruturas e recursos construído por um agressor com a finalidade de realizar operações (direta ou indiretamente) contra um centro defendido & # 8221 (7, autor & # 8217s itálico). Ele exclui explicitamente a maquinaria de cerco de todo tipo, com o fundamento de que & # 8220 seu caráter essencialmente móvel e o fato de que foram montados em vez de construídos, servem para distingui-los dos elementos estruturais & # 8216fixados & # 8217 & # 8221 (7). Mas tal definição restrita pode ser contestada em mais de um ponto. Em primeiro lugar, os próprios antigos não faziam tal distinção. As tarefas de erguer um aterro, por exemplo, e construir uma torre de cerco foram ambas & # 8220works & # 8221 ( ópera ou, em grego, ἔργα), realizado pelos mesmos homens sob a direção do mesmo arquitetos ou ἀρχιτέκτονες. 3 Em segundo lugar, restringir o conceito de construção de modo que não possa ser aplicado a máquinas de cerco é totalmente arbitrário e injustificado pelas evidências linguísticas. 4 E em terceiro lugar, faz pouco sentido limitar o estudo da guerra de cerco às estruturas, ignorando as máquinas para as quais essas estruturas costumam ser projetadas. O leitor não está em posição de avaliar as idéias de D & # 8217 sobre a localização da artilharia, por exemplo (83-84), sem uma discussão sobre a forma e função das catapultas antigas. 5

D. divide seu livro em oito capítulos. Ele começa com uma visão geral de & # 8220As fontes literárias & # 8221 (cap. 1, 9-24), na qual apresenta ao leitor os principais historiadores e autores técnicos. Isso é seguido por & # 8220O cerco no contexto da guerra romana & # 8221 (cap. 2, 25-34), no qual ele discute as circunstâncias sob as quais um cerco pode se desenvolver. Aqui, a tentativa de categorizar cercos como eventos & # 8220 planejados & # 8221 ou eventos & # 8220 reativos & # 8221 não é convincente. D. exemplifica o cerco & # 8220reactive & # 8221 argumentando que o futuro imperador Tibério & # 8220 foi compelido a sitiar o Andetrium dálmata (9 AD) para evitar que Bato o usasse como base segura para atividades de guerrilha & # 8221 (28), mas semelhante o raciocínio ditou Scipio Aemilianus & # 8217 & # 8220 planejado & # 8221 cerco à Numantia (133 aC). Sempre deve ter havido um certo grau de reação, mas isso não é o mesmo que estar despreparado. Quando César encontrou os portões de Gomphi inesperadamente barrados contra ele (48 aC, seu ataque violento e repentino foi precedido por uma preparação completa na forma de construção de acampamento e a construção rápida de escadas, abrigos e telas.

O resto do livro compreende capítulos separados sobre uma seleção de elementos de trabalho de cerco D. & # 8217s: & # 8220Obras preparatórias & # 8221 (cap. 3, 35-44), & # 8220campamentos de Bloqueio & # 8221 (cap. 4, 45- 62), & # 8220Circumvallation & # 8221 (ch. 5, 63-95), & # 8220Assault ramps and siege mounds & # 8221 (ch. 6, 97-116), & # 8220Mines & # 8221 (ch. 7, 117-124 ) e & # 8220Obras de engenharia diversas & # 8221 (ch. 8, 125-131). No âmbito dos trabalhos preparatórios, D. enumera a segurança das linhas de abastecimento, o reconhecimento do sítio do cerco, a montagem das obras de peneiramento e a preparação do terreno. No entanto, seu próximo elemento, o & # 8220blockade camp & # 8221, é menos bem concebido. Ele o define como & # 8220 uma base a partir da qual o sitiante pode agir para interditar suprimentos ou reforços enviados para uma posição defendida ou para evitar surtidas ou esforços de forrageamento montados a partir do mesmo & # 8221 (145). Os exemplos arqueológicos de Nahal Hever certamente parecem se encaixar nessa descrição, embora, na ausência de evidências de datação, seu contexto histórico seja pura especulação. No entanto, muitos dos outros exemplos de D. & # 8217s são menos apropriados: Marcellus & # 8217s Hiberna em Siracusa (213-212 aC Cipião & # 8217s acampamento em Cartagena (210 aC César & # 8217s acampamentos em Avaricum e Gergóvia (52 aC) nenhum desses foi usado para impor um bloqueio. Claro, no cerco assim como na campanha regular, romano Exércitos rotineiramente fortificavam um acampamento-base, mas isso requer um pedido especial para justificar a denominação de & # 8220campo de bloqueio. & # 8221

D. acredita que houve uma transição & # 8220 em direção à adoção da circunvalação como o veículo preferido de isolamento & # 8221 (46). Os cercos de Agrigentum (262 aC) e Lilybaeum (250-241 aC) são certamente os primeiros exemplos definitivos de circunvalação romana, embora D. os classifique como & # 8220sistemas de campos de bloqueio estendido & # 8221 (46), alegando que, apenas mais tarde, eles sofreram & # 8220conversão para um sistema completo de circunferência / contravalação & # 8221 (51). 6 Ele destaca Cápua (212/211 aC) como & # 8220 o primeiro endosso real do valor de um esquema de circunvalação bem organizado, & # 8221 alegando que & # 8220 houve um aumento acentuado no uso de circunvalação & # 8221 depois disso (64 ) Mas as estatísticas realmente apóiam essa conclusão? Houve duas, talvez três circunvalações durante a Primeira Guerra Púnica (Agrigentum, Lilybaeum e o possível exemplo de Panormus, 254 aC e outras duas durante a Segunda Guerra Púnica (Cápua e Cipião Asiático & # 8217 cerco de Orongis, 207 aC) . Assim, no espaço de sessenta anos, os exércitos romanos utilizaram a tática quatro ou cinco vezes, pelo que sabemos, enquanto durante o mesmo período mais de uma dúzia de cidades foram tomadas de assalto. # 8220 marcou um aumento no uso de circunvalação & # 8221 (64), os setenta e cinco anos que separaram os cercos de Orongis e Numantia testemunharam uma estratégia de investimento apenas duas vezes, em Ambracia (189 aC) e em Cartago (146 aC). 7 Estranhamente , D. prefere descrever as obras de cerco de Cipião & # 8217 no istmo de Cartago como uma & # 8220 fortaleza quadrangular longa & # 8221 (47). No entanto, é claro que, em conceito, esta era simplesmente uma versão linear da circunvalação de Capuan, projetado para fechar o istmo com uma linha dupla de fortificação s. D. afirma que & # 8220 o que poderia ser pensado como uma linha de investimento recebeu o caráter de um campo de bloqueio & # 8221 (53), mas a estratégia de Cipião & # 8217 era agressiva, sem intenção de bloqueio. 8

D. cita a vala de Metellus & # 8217s em torno de Thala (108 aC) como prova de que a circunvalação & # 8220 começou a ser vista como um precursor útil para abordagens mais diretas & # 8221 (65). Mas, aparentemente, não é o caso. A próxima instância registrada vem totalmente uma geração depois, quando Sila usou a tática (passivamente, deve-se notar) em Atenas (87/6 aC) e Praeneste (82 aC, o que dificilmente indica uma tendência de aceleração, e não foi até o cerco de Tigranocerta (69 aC) que novamente reconhecemos o uso agressivo da circunvalação. D. avança para descrever & # 8220 a abordagem padrão do cerco cesariano, em que os preparativos para o ataque foram colocados em prática imediatamente após a circunvalação ter sido concluída & # 8221 (65). Ironicamente, esta análise nem mesmo é precisa para os cercos que realmente envolveram circunvalação, muito menos para os cercos cesarianos em geral. Apenas metade dos cercos de César & # 8217 envolveram circunvalação, e a maioria deles foram representados como bloqueios, o que contradiz a ideia de que & # 8220ele considerava o bloqueio passivo um desperdício de recursos & # 8221 (134). Não é apenas o projeto de D. & # 8217s para a & # 8220 abordagem de cerco cesariana padrão & # 8221 falha, mas a teoria de que um assalto habitualmente acompanhado de circunvalação é um erro, de fato, apenas os cercos de Ategua (45 aC) e a cidade de Atuatuci (57 aC) por César estão de acordo com esse modelo. 9

Abordando o assunto do aterro do cerco, D. acredita que pode discernir duas funções táticas diferentes, que justificam sua subdivisão em rampas de assalto e montes de cerco. Os primeiros, ele escreve, são & # 8220 elevados para paralelamente à altura de um trabalho defensivo, permitindo a passagem de grupos de assalto e a montagem de motores capazes de efetuar uma violação & # 8221 (145), enquanto os últimos são & # 8220 elevados para paralelos ou por cima da altura de um trabalho defensivo permitindo a supervisão dos defensores e a colocação vantajosa da artilharia & # 8221 (146). Uma bela distinção. Na verdade, a maior parte da discussão de D. & # 8217s é sobre & # 8220 rampas de assalto. & # 8221 No entanto, ele categoriza o dique de César & # 8217 em Uxelodunum (51 aC) e & # 8220 as duas enormes estruturas levantadas por Trebonius em Massilia (49 aC) & # 8221 como & # 8220únicos montes de cerco de função única & # 8221 (99), e oferece, como corroboração arqueológica, os restos mortais em Cremna. O caso para tal subdivisão nunca é totalmente discutido, mas o raciocínio de D. & # 8217s parece ser o fato de que a barragem de Cremna & # 8220 se inclina suavemente para cima, apresentando uma via fácil de avanço para a artilharia (ou torre de cerco) que foi posicionada em seu cume & # 8221 (108). Obviamente, esta é uma descrição perfeita da & # 8220 rampa de assalto & # 8221 que, da mesma forma, requer que maquinários pesados ​​sejam manobrados ao longo do ápice. Na verdade, os defensores de Cremna não nutriam ilusões sobre o perigo que se aproximava, enquanto trabalhavam para fortalecer suas paredes contra o ataque de espancamento esperado.

Voltando-se para a mineração, D. é obrigado a trazer exemplos gregos e persas para preencher um capítulo um tanto insubstancial. Além de uma longa descrição dos túneis persas em Dura Europos, ele menciona os túneis romanos apenas durante o cerco de Nobilior & # 8217s de Ambracia (189 aC Sulla & # 8217s cerco de Pireu (87/86 aC e Juliano & # 8217s cerco de Maiozamalcha (363 dC) em Avaricum, longe de & # 8220 procurar provocar o afundamento do circuito inimigo & # 8221 (118), a mineração ali foi projetada pelos gauleses para desestabilizar o dique de César & # 8217. 10 Finalmente, D. emprega uma categoria variada e abrangente para incluir a torre de tijolos erguida por Trebonius em Massilia (49 aC, o pátio de engenharia identificado por Adolf Schulten em Massada (aqui inexplicavelmente denominado de & # 8221 Baulager& # 8220), e o molhe do porto fracassado em Lilybaeum (250 aC para o qual D. inventa o & # 8220 dispositivo de construção de escombros lançados pela artilharia como parte do processo de enchimento & # 8221 (126). 11

In his conclusion, D. claims that “this concentration on the topic of siege works has allowed us to observe how Roman practice would appear to have varied over time” (133). But, as each chapter jumps from siege to siege in a desultory fashion, chronologically from Fidenae to Cyzicus, alphabetically from Agrigentum to Zama, the result is rather disjointed. Equally, the lack of an historical framework makes it difficult to identify any overall trends, and the emphasis on the small corpus of material remains unfortunately leads to a skewed picture of Roman siegecraft. 12

1. I am unsure what D. means by his parenthetic “or otherwise.” Does he mean to imply that field works were important to the failure of Roman siege operations? And if so, how?

2. D. defines a “siege system” as “the general tactical deployment adopted by a besieger to achieve the reduction of a defended position comprising the totality of various disparate siege work elements” (146). The latter comprise “any structure or feature constructed by an assailant for the purpose of prosecuting operations (directly or indirectly) against a defended position” (146).

3. In his description of the siege of Ambracia (189 BC Livy illustrates the point well when he refers to Nobilior’s siege works as munimenta (“fortifications”) and his battering-rams as opera (“works”) (Livy 38.5.1) in Polybius’ version, the battering rams are likewise called ἔργα .

4. The example of Eretria (198 BC where “the surroundings offered timber in abundance for the construction of opera from scratch” (Livy 32.16.10), addresses D.’s contention that siege machines were not “constructed.” As these newly-built “works” subsequently demolished the walls, they are likely to have been battering rams and not some kind of siege structure.

5. For example, D. refers to “firing stations” for artillery, spaced along the circumvallation at Machaerus, but the platforms in question have a maximum depth of 2m, which is far too small for a standard arrow-shooting catapult.

6. D.’s use of the term circumvallation is confusing. No-one would dispute his initial definition, namely “any work of encirclement designed to ensure the complete investment of a target” (63). However, he then adds unnecessary complication by changing the definition “in those siege systems that deploy two distinct encircling lines” (145): “here, circumvallation may be taken to refer to the outward-facing barrier, whilst an inward-facing line should be distinguished as a contravallation” (63). This is a resurrection of the illogical scheme devised by Napoléon III to describe the remains at Alesia cf. D.B. Campbell, Besieged. Siege Warfare in the Ancient World (Oxford, 2006), 192-195. For such double investments, the term “bicircumvallation,” coined by Peter Connolly, seems preferable: Greece and Rome at War (London, 1981), 292-293.

7. O opera which Livy reports circa Oreum (199 BC) may possibly indicate a circumvallation (Livy 31.46.14).

8. For the siege works at Carthage, see D.B. Campbell, Ancient Siege Warfare. Persians, Greeks, Carthaginians and Romans, 546-146 BC (Oxford, 2005), 40 plate G, with 63.

9. Details drawn from D.B. Campbell, Aspects of Roman Siegecraft, unpublished PhD thesis (University of Glasgow, 2002).

10. Caes., BGall. 7.22: ” [Galli] aggerem cuniculis subtrahebant. D. is perhaps confused by Caesar’s aperti cuniculi, which appear to be long sheltered corridors running along the Roman embankment cf. Campbell, op. cit. (note 6), 132, following T. Rice Holmes, Caesar’s Conquest of Gaul (Oxford, 1911), 144.

11. There is no sign of this in Polyb. 1.47.4. Perhaps D. has been misled by Paton’s Loeb translation, which renders τὸ ῥιπτούμενον as “all they shot in.”

12. I noted the following errors. Diodorus Siculus comments on the origins of Roman siegecraft at 23.2.1, not 13.2.1 (8 and 137 n. 1) the Hellenistic period properly dates from the death of Alexander the Great, rather than “from the mid-fifth century BC” (8) for ” aide memoires” (9), read aides-mémoire “Dio Cassius” is usually known as Cassius Dio (10, 13, et al.) “the compiler of the Scriptores Historiae Augustae” (13) should be the compiler of the Historia Augusta (since the scriptores are the fictional writers) Polyaenus (fl. AD 160) is by no stretch of the imagination a Hellenistic author and there is no reason to characterise the Romans as his “foreign enemies” (16) “Philip the son of Demetrius” (16) is usually known as Philip V of Macedon (son of Demetrius II), so the separate index entries should be combined (158) the “Amphictyonic investment (date?) of Cirrha” (16) (or Crisa, as it is called by Frontinus) may be placed within the bracket 595-585 BC, as it occurred during the First Sacred War Philon of Byzantium belongs broadly to the later 3rd century BC, and it is only a theory that he was “writing in the 240s BC for the Ptolemaic army” (16) “Scipio Africanus the Younger” is usually known as Scipio Aemilianus (26) “M. Fulvius” (32, 35, et al.) is usually known as M. Fulvius Nobilior “M’. Acilius Glabrio” (102) is elsewhere given the wrong praenomen (37) and his name is jumbled in the index (155) there was no “hermetic circumvallation” at Syracuse (52 also 64, 133) there is no reason to suppose that the siege towers at Lilybaeum “were earthfast rather than mobile structures” (52) “Pompeius Aulus” (59) is usually known as Q. Pompeius it is debateable whether there are “practice works” at Woden Law (73) the captions to figs. 22 and 23 appear to have been transposed (75) Ammianus does not recommend “towers made of sun-dried brick or turf” for onagers (84) the skeleton at Dura Europos was found in Tunnel 1, not Tunnel 3 (121) note 15 to chapter 5 (presumably a reference to Cicero’s Ad familiares) is missing (140) the “Leuké” at Masada, consistently cited in its Greek form (81, 94, 101, 128), is absent from the index and Labrousse 1966 (cited on 143 n. 17), Lammert 1932 (cited on 143 n. 3), and Shatzman 1989 (cited on 138 n. 5) are missing from the bibliography.


Atrax in 198 BC

At Atrax in 198 BC, Quinctius Flamininus threw up a siege embankment to carry rams up to the wall, and although his troops entered the town through the resulting breach they were repulsed by the Macedonian garrison. The siege tower that Flamininus then deployed almost fell over when one of its wheels sank in the rutted embankment, and the Romans finally gave up (Livy 32.18.3). Their failure can probably be attributed to inexperience in mechanized siege warfare: first, their siege embankment was obviously insufficiently compacted to bear the weight of heavy machinery and second, they seem rarely to have used a siege tower before.

PHILIP V. Philip V of Macedon reigned more than a century after Alexander the Great. His family were the Antigonids, who had risen to power some 80 years before. Mercurial by nature, capable of military brilliance as well as acts of colossal stupidity, Philip was a brave and charismatic general who spent his entire reign fighting enemies to the north, south, east and west. The war with Rome was to prove his nemesis.

TITUS QUINCTIUS FLAMININUS. Flamininus was a fine example of the politician who let nothing get in his way. Serving as various types of magistrate during the war with Hannibal, he succeeded in becoming consul – one of the two most senior magistrates in the Republic – at the tender age of 30. Unusually for the time, he could write and speak Greek, but his love of all things Hellenic did not stop him spearheading a successful invasion of Macedon.

Northern Greece

MACEDON AND ITS NEIGHBOURS IN 202BC

Under Philip II and his son Alexander the Great, Macedon rose to a position of pre-eminence never equalled by any Greek city state before or after. By the late third century BC, the kingdom had seen better days. That said, although it was much reduced in size, it remained the dominant military power in Greece and continued to exert huge influence over the region. Naturally, this made it unpopular. Macedon ruled the central region of Thessaly, and through three well-situated fortresses (Chalcis, Demetrias and the Acrocorinth, the so-called `Fetters of Greece’) exerted military control over the area around Athens, as well as on the Peloponnese peninsula. Macedon also ruled part of the coastline of Asia Minor, as well as some of the islands in the Aegean Sea.

The rest of Greece remained divided into city states, small powers ruled by their own citizens. It’s important to stress here that there was almost no sense of `Greekness’ at this time. People identified themselves by the place they lived in, and were often at odds with those from other towns or city states. Powers such as Athens and Sparta, which had ruled supreme centuries before, were but shadows of their former selves. Thebes no longer existed, having been crushed by Alexander, and Corinth lay under Macedonian control. Aetolia, in west-central Greece, was one of the stronger city states, and a bitter enemy of Macedon. Other powers included Argos, Elis and Messenia on the Peloponnese, tiny Acarnania in southwest Greece, and Boeotia, the latter two both being allied to Macedon.

Carthage, Macedon and the Seleucid Empire – had all been beaten by Rome in war. In a mere 50 years, the Republic had morphed from a regional power with few territories into one that utterly dominated the Mediterranean world. This seismic change set Rome on the road to becoming an empire, a self-fulfilling path from which there was no turning back.

The Republic’s war with Carthage lasted for 17 bitter years, from 218 BC to 201 BC. It was a conflict initiated by the Carthaginian military genius Hannibal Barca. Invading Italy by crossing the Alps in winter, he inflicted crushing defeats on the Romans at the Trebbia, Lake Trasimene and Cannae. Yet Hannibal never succeeded in forcing his enemies to surrender. Obdurate and resilient, Rome recruited new legions to replace those that had been annihilated, and fought on. It was a long, drawn-out war that spanned four fronts: mainland Italy, Sicily, Spain and, lastly, Carthage, in what is now Tunisia.

Old grudges die hard

One might think that the Romans would have had enough of war once victory over Hannibal and Carthage had been secured. Longe disso. Less than two years after the decisive Battle of Zama, the Republic opened hostilities with King Philip V of Macedon. his wasn’t a conflict that had come from nowhere, however: the Romans and Philip had history with one another.

In 215 BC, the year after the Battle of Cannae, the chance interception of a ship off the southern coast of Italy had brought to light a most unwelcome revelation. Documents seized by the Roman navy proved that Philip and Hannibal had come together in secret alliance against the Republic. The Senate immediately sent a fleet to the east, its task to contain the Macedonian King. Events in Illyria soon took on a life of their own, and in 214 BC, war broke out between Rome and Macedon.

The conflict lingered on until 205 BC, a stop-start affair that played out all around the Greek coastline. Macedon fought alone, while the Romans had allies throughout the region. here were sieges, lightning-fast raids and withdrawals, victories and defeats on both sides. When peace was finally negotiated, the Republic’s war with Hannibal was nearing its final act – it suited the Romans to end the conflict with Macedon. Aetolia, Rome’s chief Greek ally, had had enough too. Philip, on the other hand, had reason to be content, having lost none of his territories and gained part of Illyria.

In the five years that followed, Hannibal was defeated by Scipio at Zama, while Philip busied himself campaigning on the coast of Asia Minor, where he had some successes against Rhodes, the Kingdom of Pergamum and others. For every achievement, however, it seemed Philip suffered a setback. He besieged but failed to take the city of Pergamum, and in a naval battle at Chios he lost a large part of his fleet, as well as thousands of sailors and soldiers. he most humiliating incident was the six months in the winter of 201-200 BC that Philip spent barricaded in a bay in western Turkey by a Pergamene and Rhodian fleet. Finally escaping by night, slipping past the ships of his enemies, he made his way back to Macedon.

Whatever other misjudgements Philip had made, he had been astute enough to avoid conflict with the powerful Seleucid Empire, which controlled most of modern-day Turkey and sprawled eastwards into the Middle East, Afghanistan and India. He also entered into a secret agreement with the Seleucid ruler, Antiochus III, that allowed both powers to attack settlements belonging to Ptolemaic Egypt.

Rome’s revenge

Philip’s actions in Asia Minor were to have major repercussions. In the autumn of 201 BC, Rhodes and Pergamum both sent embassies to Rome pleading for aid against him. Despite having rebuffed Aetolian emissaries asking for the same help only a few years before, this time the Senate listened – but its first motion for war was rejected by the Centuriate, the people’s assembly.

It is no surprise that the very people who had bled and died in vast numbers during the struggle against Hannibal were reluctant to pick up their swords and shields again so soon, but their resistance was short-lived. Politicians have always been prone to ignoring decisions made by plebiscite, and after six months – and in all likelihood, after some significant back-room politicking – the Centuriate reversed its decision.

It was late in the summer of 200 BC before an army was dispatched to Illyria. he chosen commander was Publius Sulpicius Galba, an experienced politician and leader who had served in various positions during the war with Hannibal, including that of consul. Setting up base near the city of Apollonia by September, Galba sent a legion up one of the several mountain valleys that led to Macedon. After a short siege, the town of Antipatreia was taken and sacked. Prudently deciding to end his year’s campaign before winter arrived, Galba consolidated his position in Apollonia and waited for the spring.

Philip did the same in Macedon, but as soon as the weather began to improve in early 199 BC, he marched his army west from his capital of Pella. It was difficult to know which route Galba would use to invade history doesn’t record whether Philip had scouts watching every valley, but it would have made sense to do so.

In the event, Galba chose the Apsus Valley. Philip rushed to defend it, but Rome’s legions smashed past his phalanx and into western Macedon. Although the defeat was incomplete – Philip’s army escaped almost entirely – this was a pivotal moment in the war, when the extraordinarily maneuverable Roman maniple proved itself superior to the rigidly structured phalanx.

Galba’s army marched eastward in search of Philip’s host, and a game of cat and mouse ensued through the summer, with each side seeking battle on its own terms. A victory for the Romans at Ottolobus, when Philip almost lost his life recklessly leading his Companion Cavalry against the enemy, was countered by a Macedonian win at Pluinna. Sadly, the locations of both Ottolobus and Pluinna have been lost to history.

The harvest of 199 BC arrived without a conclusive outcome. Galba, far from his base of Apollonia, with his supply lines at risk of being cut by snow or the Macedonians, took the sensible option and retreated to the Illyrian coast.

Titus Quinctius Flamininus

In many ways, the politics of 2,000 years ago were no different to today: the new man always likes to take control. Although it was common in the mid-Republic for a general to be left in command of the war he was prosecuting, Galba found himself supplanted by the current consul, Villius, soon after his return to Apollonia. Villius in turn was replaced only a few months later, in early 198 BC, by the brand-new consul, Titus Quinctius Flamininus thirty years old – a young age to be in command of a large army – he was a formidable figure who took the invasion in his stride. A lover of all things Hellenic, he could speak and write Greek, something unusual for Romans of the time.

Flamininus decided to try a different valley to Galba, that of the River Aous. He found his path blocked by Philip’s phalanx and an impressive series of defences, leading to a 40-day stand-off during which the Romans must have mounted many unsuccessful attacks. A dramatic meeting between Flamininus and Philip took place during this time, across the Aous. The Roman historian Livy records that Flamininus demanded Philip remove his garrisons from all Greek towns and pay reparations to those whose lands he had ravaged: Athens, Pergamum and Rhodes. Unpalatable though these demands were – being issued to a Hellenic king on his own territory by a non-Greek invader – Philip conceded. Unsurprisingly, he balked at Flamininus’ next demand, that he should surrender the towns of Thessaly to their own populations, reversing a legacy of Macedonian control of more than 150 years.

The impasse resumed, but soon after a local guide was found to lead a Roman force up and around the Macedonian positions. Attacked from in front and behind, Philip’s army broke and fled it was thanks only to the phalanx that a complete slaughter was prevented. Pursued eastward, Philip had to abandon the same Thessaly he had refused to deliver to Flamininus only days before. It was a humiliating moment for the Macedonian King, all the more so as he had to torch his own farmland and towns to deny supplies to the enemy.

Defeat seemed imminent, but redemption was to come from an unexpected quarter. Despite the loss of the strategically important fortress of Gomphi, Philip’s forces proved victorious at another stronghold, Atrax. When the Roman catapults battered a hole in the wall and the legionaries charged in, they were faced by the phalanx in a tightly confined space. he sources are silent on details, but what happened there persuaded Flamininus to retreat from Thessaly.

Fine September weather meant that the year’s campaign did not come to an end at the usual time. Flamininus’s considerable successes saw the Greek city states, many of which had been playing neutral, move towards the Roman camp – or in the case of Aetolia and Achaea, join it outright. Several towns in Boeotia fell to the legions, and the mighty fortress of the Acrocorinth was besieged by a combined force of Romans, Pergamenes and Achaeans. his attack failed, but it signalled the end of Philip’s ability to retain territories outside Macedon. he future looked bleak.

Macedonian phalanx

The Romans had been fighting the Macedonian phalanx for more than a century. Pyrrhus defeated the Romans with it in the early third century, the Carthaginians in Africa in the middle of the century did as well, and Hannibal did the same later. In 197 bc the Romans had won a terrifying victory against Perseus’s father at Cynoscephalae, a battle that vividly illustrated the terrible power of the phalanx’s charge, even on unsuitable ground. In the year 198 bc before Cynoscephalae, the Roman siege of Atrax had failed when a Macedonian phalanx drawn up in a breach in the wall had proved quite impervious to Roman attack. Polybius’s judgment that “when the phalanx has its characteristic virtue and strength nothing can sustain its frontal attack or withstand the charge” will have been no news to Roman commanders. The phalanx’s fatal flaw, Polybius says, is that it requires flat terrain so that it can preserve its close order. Perseus’s father’s unwise decision to fight on broken ground allowed the Romans to defeat him at Cynoscephalae. But Aemilius Paullus consented to fight the Macedonian phalanx on a plain, ideally suited to it, on ground that Perseus had chosen for exactly that reason.

Crisis of conference

In likely recognition of this, Philip agreed to a conference with Flamininus and his allies in November 198 BC. It also suited the wily Flamininus to negotiate, because in Rome, consular elections were around the corner. If he was to be replaced (as he had done to Villius) then a peace treaty with Philip was the best option if his command was renewed, on the other hand, Flamininus could fight Macedon to a finish.

Three days of heated negotiations without agreement saw Philip request to send an embassy to Rome he would abide, he said, by the decision of the Senate. Flamininus agreed, knowing full well that once there, Philip would be asked to surrender the three fortresses that protected Macedon to the south – the so-called `Fetters of Greece’, Acrocorinth, Chalcis and Demetrias. And so it proved. Flamininus’ command was renewed, and Philip’s outwitted ambassadors could not agree to the Senate’s demand to evacuate the Fetters. Both parties retired for the winter.

In spring 197 BC, the war resumed. Rather than in mountain valleys, this year the fighting would take place in Thessaly. By May, both armies were marching towards each other on the coast. Taking account of his allies, Flamininus had about 26,000 men Philip’s troops were of similar strength, including 16,000 phalangists.

Skirmishes and maneuvering saw both parties march westward, separated by a range of hills. As is often the case with battles of vital importance, the fighting began by accident when Flamininus’s scouts clashed with Philip’s advance force in bad weather, atop the hills of Cynoscephalae. Reinforcements were sent by both sides as the skirmish spiralled out of control and, before long, both commanders had deployed their armies.

The phalanx falters

Unhappy with the ground and lacking half of his phalanx (which was out scouting), Philip went to battle reluctantly. At first, things went well, with his phalangists driving the Roman left flank down the hillside towards their own camp. Victory might have seemed possible, but things changed fast when Flamininus led his right flank up towards the second half of Philip’s phalanx, which had arrived late to the battle. Panicked by the Romans’ elephants, these disorganised phalangists broke and ran.

Misfortune then turned into disaster for Philip when a quick-thinking Roman officer broke away from Flamininus’ position with several thousand legionaries and attacked the exposed flank and rear of the remaining half of the phalanx. Unable to defend themselves, the phalangists were slain in large numbers the rest fled the field.

The defeat did not see Philip removed from his throne by Flamininus. Rome was well aware of the threat posed by the wild peoples to the north of Macedon and the Seleucid Empire to its east. Philip could serve nicely as a buffer, while also paying reparations and sending one of his sons to Rome as a hostage.

Effectively, Cynoscephalae signalled the end of Macedonian and Greek independence. he city states that had allied themselves to the Republic would realise this too late, and just a year later, in 196 BC, the Aetolians lamented how the Romans had unshackled the feet of the Greeks only to put a collar around their necks.


BATTLE REPORT # 8 - PHARSALUS 48 BC (CAESAR VS POMPEY)

Roman Republic 49 BC.Rome rules the western world.Gaius julius caesar,rome's most famous general, has just completed conquest of gaul,and now seeks a consulship-in-absentia from the roman senate,as his term as governor has expired-so he can return to rome without being prosecuted by his many jealous enemies in the senate for unlawful activities during his tenure.They are backed by Pompey the great,before caesar the most famous roman general and one time ally and son-in law of caesar,now 58, older than caesar.

During the last decade the 3 most powerful Roman politicians ,Pompey,Crassus and Caesar had come to an informal agreement to divide up the empire into respective spheres of influence and support each other to thwart the senate,called the three headed monster or the first triumvirate.Caesar got Gaul and Illyria,Pompey got Spain and Crassus rich Syria(they would back each other and rig election ,and set up their proxy consuls each year)However Crassus is killed on campaign against parthia at carrhae,and julia ,caesar's daughter and pompey's wife dies at childbirth-severing the ties between the two.

(Left to Right - Caesar,Crassus,Pompey)

''Pompey would accept no equal and Caesar no superior"

5000 men) catches the republicans completely off guard and creates panic in rome.Caesar heads straight for rome,while being reinforced by more legions and brushes aside resistance.
Pompey and the senate abandon Italy for greece with as many troops as they can embark at brundisium-as pompey understands that their mobilization is far from complete and the available hastily raised levies would be useless against caesar's veteran army.They intend to reach greece and rebuild their force (by collecting all the legions deployed in the eastern provinces),and recieving aid from all the eastern client kings -most of which owe their positions to pompey's earlier conquests.They barely escape caesar's pursuing force which besieged brundisium but was unable to prevent the pompeian fleet evacuating the republicans and their forces at the last moment.

Caesar consolidates his position in italy,calls a rump senate of loyalists then heads towards spain-where pompey's subordinates,afrainius,petreius and governor varro have 7 legions between them.
Caesar links up with his initial advance force under his subordinate fabius and then moves against the pompeians who are camped with 5 legions under afrainius and petrieus.Varro is in the spanish interior with 2 more.

Shortly after, Caesar arriving, active operations were at once begun by moving the camp close up to the enemy's so as to restrict the movement of his foragers. In order to cut Afranius off from the bridge at Ilerda, Caesar attempted to occupy a ridge which lay between the camps, but the XIV. legion was driven back. Counter-attacking with the IX. legion he drove a large party of the enemy into Ilerda and then tried to assault this city by forcing his way up a ravine,but was beaten back with losses.

Two days after this battle, which reflected no great credit on Caesar, his bridges over the Sicoris were swept away by a flood, and his communications with Gaul severed worse still, his convoys could no longer reach him. Learning that he was expecting a large convoy, Afranius crossed the bridge at Ilerda with three legions and all his cavalry and attacked it. The attack, however, failed, and Caesar building a boat bridge 22 miles north of his camp enabled his convoy to cross, and his cavalry to attack Afranius's foragers.

In order further to restrict his enemy, by running the river into a number of artificial channels he created a ford near his camp which forced the Pompeians to transport two legions over the Sicoris to protect their communications, and then, on June 23, still holding the bridge they crossed their whole army over to the left bank, and set out towards the Ebro. Caesar having now dis lodged his enemy, his next step was not to defeat him but to force him to surrender. Not only would this save him casualties but augment his army, as all prisoners would be incorporated in it. He wished to gain his object by manoeuvring rather than by fighting. Sending his Gallic cavalry over the ford, these nimble horsemen greatly impeded the enemy's march, and gained time for Caesar to cross his infantry.

o manoeuvres now carried out were remarkable, and are shown on the plan.
(I) Caesar rapidly followed Afranius and forced him to form front
(2) Afranius retired skirmishing, Caesar following
(3) Afranius de cided to retire on Octogesa, Caesar pretending to withdraw, and Afranius made towards the defile
(4) Caesar counter-marched and cut him off from the defile
(5) Afranius reverted to retire ment on Octogesa Afranius was now strategically beaten, and Caesar could have annihilated him but refused to do so
(6) Afranius made for the Sicoris to obtain water
(7) Caesar headed him off
(8) Afranius attempted to regain Ilerda, but was forced to surrender on July 2.

Pompey lost his best legions without scarcely a fight,which led Caesar to quip he had defeated An army without a leader,now it remained to deal with the leader without an army.Soon varro and his mere 2 legions surrender too.Caesar pardons the commanders ,but afarianius and petrius break word and join pompey with whatever forces they can gather in greece.

Having only assembled half the needed sailing ships Caesar decided to take 7 available legions across, and to then have the ships travel back to Brindisi and transport the remaining legions once they had arrived at Brindisi. Travel across the Adriatic Sea to Greece would ordinarily be tricky, but was made more so given that it was winter but the sea was treacherous enough to deter the war galleys of Pompey's fleet, commanded by Caesar's former junior consul Bibulus, at Corfu. As it was winter Bibulus was unprepared and Caesar was able to sail through the blockade easily in an astonishing move which would have appeared suicidal to others and form a beachhead at Epirus with the first half of his army. Bibulus however was able to block Caesar's attempt to sail his reinforcements stuck at Brindisi. Bibulus died while conducting this blockade and no overall naval commander was appointed by Pompey. Libo attempted to make the blockade more secure by seizing the island off Brindisi preventing Caesar's reinforcements from sailing anywhere. However, Libo could not sustain this position because of a lack of water.

Caesar's blunder had put him in the worst possible position any army could find itself in. His army had no way to resupply from Rome due to the naval blockade, he couldn't resupply locally as Greece was pro-Pompey and closed their gates to Caesar, and his army was only at half strength. So dire was his situation that he made several attempts to discuss peace with Pompey but was refused at every channel. Realizing he was going to have to fight his way out, he attempted another winter blockade run back to Italy to lead his remaining forces to Greece. His luck was not with him and the rough seas and storms forced him back. Marc Antony after several attempts evaded Libo's blockade and managed to land at Nympheum with four more legions. It was now a race against time as both Caesar and Pompey rushed to meet Antony. Although Pompey reached Antony first Caesar was right on his heels and Pompey prudently moved his forces to Dyrrachium to prevent becoming caught between the two forces.

Caesar now with 11 legions sent one to southern greece secure supplies and the province and 2 other legions under Calvinus to intercept Metellus scipio who was about to arrive from syria with 2 legions to join pompey.

BATTLE OF DYRRACHIUM :

Dyrrachium was a strong defensive position for Pompey. His back was guarded by the sea, and at his front there were hills that commanded the immediate area. This made an assault on the position nearly impossible.Caesar instead decided to revisit his tactics at Alesia and ordered his engineers to build walls and fortifications to pin Pompey against the sea. Pompey responded with walls and fortifications of his own to prevent any further advance. Between these two fortifications a no man's land was created which saw constant skirmishes with little or no gain. Caesar held the outlying farmland but it had been picked clean and Pompey, with the sea at his back, was able to be resupplied by ship. However, as the siege wore on, their positions began to change. Pompey found it difficult with the limited land he controlled to create enough fodder for his horses, and other supplies such as fresh water became more and more difficult to maintain. The autumn harvest was approaching and soon Caesar would have enough food to prolong his position. This caused Pompey to become desperate to break out of the siege. By mid summer, though, Pompey had a fortunate stroke of luck. Two Gallic auxiliaries were caught stealing the pay from legionaries, but managed to escape to Pompey. With these two men on his side, Pompey was able to discover the weakest point in Caesar's wall.A section to the south of the lines hadn't yet been completed and it was the only viable target for attack.

Pompey mounted an attack of six legions against Caesar's line where it joined the sea and where the Legio IX was stationed. Pompey also sent some auxiliaries and light infantry to attack by sea. Heavily outnumbering the Caesarian troops, the Pompeian troops broke through the weakened fortifications, causing the Ninth to pull back from the onslaught with heavy losses. Caesar swiftly reinforced the breach with 4,000 men, which is twelve cohorts under Antony and then counterattacked, re-securing part of the wall and pushing Pompey's disordered forces back. Embora Caesar's counterattack was initially successful, Pompey's forces were simply too numerous. Some days earlier Pompey had occupied a small camp that had been abandoned by Caesar, and enlarged the defences. Caesar responded by sending 33 cohorts to attack this position. Although the attack was initially successful, the Caesarian troops were outnumbered 2-1 and Pompey's troops fought hard. Pompey sent a large force of infantry and 3,000 cavalry to outflank Caesar's right wing. Caesar first ordered his troops on the right to stand firm, but then saw the danger of being outflanked. He ordered a retreat which soon became a panicked and disordered rout. The counterattack on Pompey's camp disintegrated completely. At first Caesar personally tried to stem the retreat, but the fleeing troops did not stop until they reached their own camps. After the failure of the counterattack and considering the losses incurred, Caesar resolved to give up attempting to besiege Pompey and to change the entire strategy of the campaign - he had lost the strategic initiative.

Pompey ordered a halt, believing that Caesar had been decisively beaten, and also suspecting a trap. According to Plutarch, Caesar remarked on that decision saying, "Today the victory had been the enemy's, had there been any one among them to gain it.''

CONTINUED: