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8 de outubro de 1944

8 de outubro de 1944


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8 de outubro de 1944

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Leiteria de um soldado 08/01/1944 - 11/01/1944

TERÇA-FEIRA, 1º DE AGOSTO DE 1944 - Tarefas gerais, Night stand. Pegando o jeito das coisas agora. As cartas enviadas para E. podem sair de licença em cerca de 3 semanas. Natação.

QUARTA-FEIRA, 2 DE AGOSTO DE 1944 - Motorista de guarda. Ouvi dizer que vou dirigir para a subárea. Carta de mamãe e papai.

QUINTA-FEIRA, 3 DE AGOSTO DE 1944 - Pronto para partir em 6,15- iniciou o trabalho de segurança conduzindo 3 toneladas para subárea. Perdi meu pagamento. Um / mail de Shaddock. KM de Ethel, 16 de junho.

SEXTA-FEIRA, 4 DE AGOSTO DE 1944 - Ainda andando por aí com o caminhão - bastante monótono, fui ao cinema e vi Robson em Naffi.

SÁBADO, 5 DE AGOSTO DE 1944 - Carta Ethels respondida (n) com um / mail, início do trabalho 13:00 hrs. Não há muito o que fazer, bronzeado.

DOMINGO, 6 DE AGOSTO DE 1944 - Ainda no trabalho S / B, o chefe Norfolk fez uma surtida de 12 horas - escrevi um / mail para minha querida, não marquei as letras deveria ter sido (p). Devo escrever para Betty.

SEGUNDA-FEIRA, 7 DE AGOSTO DE 1944 - Escreveu para Win e Betty - Ainda dirigindo S / B.

TERÇA-FEIRA, 8 DE AGOSTO DE 1944 - Cartas de Joyce. 2 letras O & amp P do meu animal de estimação. Respondeu-os com letras P. Escreveu a Shaddock em resposta à sua carta.

QUARTA-FEIRA, 9 DE AGOSTO DE 1944 - Acho que esse trabalho vai acabar logo. Preciso do anel de Ethels. Escreveu minha querida carta (q).

QUINTA-FEIRA, 10 DE AGOSTO DE 1944 - Ainda trabalhando, espero ouvir minha querida, ficando bronzeada com esse trabalho. Foi para as fotos. Não satisfeito com o anel.

SEXTA-FEIRA, 11 DE AGOSTO DE 1944 - Devo escrever para meu animal de estimação hoje. Tirei uma foto esta manhã. Não dá muito trabalho.

SÁBADO, 12 DE AGOSTO DE 1944 - Espero ouvir minha querida, escrevi a Henry. Escreveu a carta (r). Escrevi para Stokes.

DOMINGO, 13 DE AGOSTO DE 1944 - Escrevi para Dan Sullivan, sem fazer muito.

SEGUNDA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 1944 - Recebi carta da minha querida carta R respondia com carta (s), Cartas de Henry também de Rene.

TERÇA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 1944 - O trabalho acaba ficando por ali, escreveu um envelope verde para Ethel e mandou 2 fotos (ruins). Espero ouvir da minha querida amanhã. INVASÃO 2

QUARTA-FEIRA, 16 DE AGOSTO DE 1944 - PWB. Cartas de Ethel.

QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO DE 1944 - PWB. Soprar. Ouvi dizer que estamos sendo apegados.

SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 1944 - Não há muito o que fazer, no caminhão para Reisme.
Ouvi dizer que podemos ser postados, espero que sim.

SÁBADO, 19 DE AGOSTO DE 1944 - Sai de Bari com destino a Nápoles 10-30. Furos a caminho, freios ruins. Chegue a Nápoles de 8 a 20 por aproximadamente 260 milhas.

DOMINGO, 20 DE AGOSTO DE 1944 - Saiu de Nápoles 11h. Chegou a Bari 5-30. Sem problemas.

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 1944 - Quatro quilômetros de minha querida, Cigs de Flossie. Escreveu e agradeceu a Flossie. Escrevi para Bert e Gladys. Tudo bem em garagens.

TERÇA-FEIRA, 22 DE AGOSTO DE 1944 - Carta (r) da minha querida, ela recebeu as fotos e está satisfeita com elas. Carta de Betty. Dia de folga.

QUARTA-FEIRA, 23 DE AGOSTO DE 1944 - Brindisi. Respondeu minhas cartas queridas com um / mail. Escreveu para ganhar.

QUINTA-FEIRA, 24 DE AGOSTO DE 1944 - Brindisi. Escreveu minha querida carta (v).

SEXTA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1944 - Foggia, pacote de conforto recebido da LPTB.

SÁBADO, 26 DE AGOSTO DE 1944 - Brindisi.

DOMINGO, 27 DE AGOSTO DE 1944 - Taranto e Setusa com destino a Nápoles.

SEGUNDA-FEIRA, 28 DE AGOSTO DE 1944- Escrevi a minha querida carta (w) em resposta à carta R. 21 de agosto. Retornado de Nápoles, cartas de Lewis.

TERÇA-FEIRA, 29 DE AGOSTO DE 1944 - Dia de folga, início da letra (x).
QUARTA-FEIRA, 30 DE AGOSTO DE 1944 - Escrevi para minha querida. Manutenção. Escrevi para mamãe, papai e Betty

QUINTA-FEIRA, 31 DE AGOSTO DE 1944 - Escrevi cartas para minha querida, respondendo a S.S.T. 3 cartas da minha querida 1 de E.

SEXTA-FEIRA, 1º DE SETEMBRO DE 1944 -? Escrevi a letra Z para minha querida. Cigerettes de Florrie e Tia Doreen

SÁBADO, 2 DE SETEMBRO DE 1944 - Carta de Edith. Manutenção. Ouvi dizer que vamos voltar no dia 5.

DOMINGO, 3 DE SETEMBRO DE 1944 - Foggia. Ouvi dizer que vamos voltar para Battalim no dia 5

SEGUNDA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 1944 - Com destino a Nápoles, enviei a carta A I à minha querida. Enviei flores para minha querida.

TERÇA-FEIRA, 5 DE SETEMBRO DE 1944 - Partida para Nápoles, Esquerda Bari 9, chegada a Nápoles 3:15, 6,25 horas. Agora procurando um lugar para dormir.

QUARTA-FEIRA, 6 DE SETEMBRO DE 1944 - Saiu de Nápoles 8:15. Chegou a Bari às 3 horas. Disse que vamos voltar para um batalhão. Escrevi cartas A2 para minha querida.

QUINTA-FEIRA, 7 DE SETEMBRO DE 1944 - Escreveu para a tia Doreen, agradeceu-lhe pelos cigs. Embalado pronto para se juntar a C. Coy. De volta a C. Coy. Escreveu letras A
Em resposta à minha querida carta T. Cartas de Ethel, Fred e Dave, aliás Popkiss.

SEXTA-FEIRA, 8 DE SETEMBRO DE 1944 - Cartas de Freds respondidas também para Ethels (Portugal). Dia de folga. Ouvi dizer que invadimos Yuga também ouvi Hitler Assassinado (rumores). Carta de Jack.

SÁBADO, 9 DE SETEMBRO DE 1944 - Manutenção desligada à noite. Tostado. Continue pensando em minha querida.

DOMINGO, 10 DE SETEMBRO DE 1944 - Motorista de serviço de guarda. Soube que voltaremos para casa em 1 mês. Fui no Vino ontem à noite parece difícil agora. Noite agitada

SEGUNDA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 1944 - Escrevi para meu querido A4. Dia de folga. Papel e livros da minha querida. Sem letra sem cabelo. Continue pensando em minha querida.

TERÇA-FEIRA, 12 DE SETEMBRO DE 1944- Serviços gerais, em prontidão. Duas cartas da minha querida, respondi com a letra A5. Ethel me disse que a esposa de Bobs está com ciúmes e ainda não recebeu mecha de cabelo.

QUARTA-FEIRA, 13 DE SETEMBRO DE 1944 - Tarefas gerais. Cartas da minha querida (7 set), respondidas mesmo com a letra A6. Também recebeu mercúrio K e mecha de cabelo, agradecendo a Ethel pelo mesmo. Abençoe ela.

QUINTA-FEIRA, 14 DE SETEMBRO DE 1944 - Escreveu para Jack e Edie. Manutenção, não há muito o que fazer.

SEXTA-FEIRA, 15 DE SETEMBRO DE 1944 - Monopoli. Deveres gerais.

SÁBADO, 16 DE SETEMBRO DE 1944 - Noite. As cartas de Flossie e Win responderam a mesma coisa. Escrevi para minha querida no nosso aniversário.

DOMINGO, 17 DE SETEMBRO DE 1944 - Começo minha licença. Escrevi a carta A7 para minha querida, fiquei muito bêbado esta noite, estou superando isso agora.

SEGUNDA-FEIRA, 18 DE SETEMBRO DE 1944 - Que cabeça que eu tenho, ainda me diverti. Não é um acampamento ruim. Escrevi para minha querida descrevendo o
local A8.
TERÇA-FEIRA, 19 DE SETEMBRO DE 1944- 2 cartas de minha querida. Carta de Betty. Carta de Ethels respondida com A9. Barco emborcado, aproveitando minha licença.

QUARTA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO DE 1944 - Escrevi para minha querida A10. Bêbado de novo. Se divertindo. Teve uma foto tirada.

QUINTA-FEIRA, 21 DE SETEMBRO DE 1944 - Natação. Tempo não muito bom. Pensando muito na minha querida. No Vino.

SEXTA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 1944 - A foto coletada e o anel foram para Bari. Bronzeado com isso. No Vino novamente.

SÁBADO, 23 DE SETEMBRO DE 1944 - Escrevi para E em seu aniversário, escrevi para minha querida. Vino novamente.

DOMINGO, 24 DE SETEMBRO DE 1944 - Nosso aniversário de casamento. Boxe 19:00 hrs, estádio de boxe. Tinha cartas de Ethel escritas em 17 de setembro, também uma de Bob. Escrevi para minha querida. Comemore meu aniversário. Saia terminada.

SEGUNDA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 1944 - Dia livre. Sem correio. Escrevi para minha querida.

TERÇA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 1944 - Motorista de guarda. Escrevi para a foto enviada por Ethel. Carta da minha querida. Carta de George Goadges, respondida.

QUARTA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 1944 - Recebi uma carta de parabéns da minha querida. Percebi que escrevi pensando se o dia 24, em vez do dia 21, escreveu e pediu desculpas, também respondeu à carta dela. Dia de folga.

QUINTA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 1944 - Tarefas gerais. Escreveu para Bill & amp Het Helling. Não há muito o que fazer, fique ao lado do motorista.

SEXTA-FEIRA, 29 DE SETEMBRO DE 1944 - Caminhão da Guarda terminou às 17h. Vi o show da Ensa no Gassidy. Nenhum correio para mim. Espero que as pernas de Ethel estejam melhorando.

SÁBADO, 30 DE SETEMBRO DE 1944 - Comecei a carta para minha querida esperança de ter algum correio hoje. Manutenção. Pensando na minha querida.

DOMINGO, 1º DE OUTUBRO DE 1944 - Aniversário de E. Soube que vamos para Florença. Carta da minha querida. Deveres gerais / Gassisai.

SEGUNDA-FEIRA, 2 DE OUTUBRO DE 1944 - Motorista de plantão, escreveu para minha querida também cartas de Bert e Gladys.

TERÇA-FEIRA, 3 DE OUTUBRO DE 1944 - Dia de folga. Carta de mamãe e papai, fotos.

QUARTA-FEIRA, 4 DE OUTUBRO DE 1944 - Serviços gerais, motorista à disposição. Carta da minha querida respondida mesmo Kentish Mercury 14. Cartas de tia Doreen e tio Len. Ela me mandou alguns cigs.

QUINTA-FEIRA, 5 DE OUTUBRO DE 1944 - Tarefas gerais. Sem correio.

SEXTA-FEIRA, 6 DE OUTUBRO DE 1944 - Escreveu e agradeceu a tia Doreen pelos cigarros. Serviço de guarda. Fui para Ensa Garrison.

SÁBADO, 7 DE OUTUBRO DE 1944 - Manutenção. Escrevi para Gladys e Bert. Fiquei em casa. Sem correio

DOMINGO, 8 DE OUTUBRO DE 1944 - Motorista de guarda. Escrevi para minha querida Betty, Win, mamãe e papai. Carta de Ethel me diz que ela enviou 400 cigs. respondeu mesmo. Escrevi para Stokes.

SEGUNDA-FEIRA, 9 DE OUTUBRO DE 1944 - Dia de folga

TERÇA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO DE 1944 - Motorista à espera. Nápoles, Cápua, Aversa. Escrevi para Ethel.

QUARTA-FEIRA, 11 DE OUTUBRO DE 1944 - Saiu de Bari para Nápoles 11h15, parou Foggia 1h15, chegou a Cusesta 7h10.

QUINTA-FEIRA, 12 DE OUTUBRO DE 1944 - Embebedou-se, Nápoles Carosia.

SEXTA-FEIRA, 13 DE OUTUBRO DE 1944 - Salerino, Pompéia (exagero)

SÁBADO, 14 DE OUTUBRO DE 1944 - Cassino, Roma.

DOMINGO, 15 DE OUTUBRO DE 1944 - Roma, Salerno, muito o que fazer, alguns problemas com o tiro wops 2.

SEGUNDA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 1944 - 6 cargas hoje para Florença.

TERÇA-FEIRA, 17 DE OUTUBRO DE 1944 - Saída de Florença para Caserta.

QUARTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 1944 - Recebi cartas de Dan, E e 2 cartas, 3 papéis e pacote de minha querida. Betty está em casa, respondeu Ethels.

QUINTA-FEIRA, 19 DE OUTUBRO DE 1944 - Oreona.

SEXTA-FEIRA, 20 DE OUTUBRO DE 1944 - Motorista de guarda.

SÁBADO, 21 DE OUTUBRO DE 1944 - No Vino. Me pergunto quanto. Esperando estarmos fora em breve.

DOMINGO, 22 DE OUTUBRO DE 1944 - Os ianques partirão. Em breve. Soube que vão para a França.

SEGUNDA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 1944 - Este lixão escureceu. Com rações inglesas agora.

TERÇA-FEIRA, 24 DE OUTUBRO DE 1944 - Escrevi para a minha querida em resposta às suas cartas de 17 Out. Escrevi para E. Capana. S Maria.

QUARTA-FEIRA, 25 DE OUTUBRO DE 1944 - Avesso - Rações.

QUINTA-FEIRA, 26 DE OUTUBRO DE 1944 - Devo pedir a Ethel que me envie outro diário. Escrevi para meu querido a / me envelope verde.

SEXTA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO DE 1944 - Recebi uma carta da minha querida. 18 de outubro, respondeu mesmo. Recebeu cartas de Win & amp Jack e Popkiss. Ethel me ama muito.

SÁBADO, 28 DE OUTUBRO DE 1944 - Guarda de Rações.

DOMINGO, 29 DE OUTUBRO DE 1944 - SEM ENTRADA.

SEGUNDA-FEIRA, 30 DE OUTUBRO DE 1944 - NÁPOLES, CASSINO

TERÇA-FEIRA, 31 DE OUTUBRO DE 1944 - Cartas de minha querida, com resposta igual. Carta triste de Win Carta de Digger.

QUARTA-FEIRA, 1 DE NOVEMBRO DE 1944 - Escreveu para Shaddrack.

Essa foi a última entrada. Arthur voltou da guerra algum tempo depois e teve uma vida feliz dirigindo vários veículos. Ele morou com sua esposa Ethel e filha Betty no mesmo endereço até 1987. Mais tarde, eles se mudaram para Brackley Northamptonshire, onde ele morreu de câncer ósseo em 1º de maio de 1997. Ethel morreu em julho de 2004 aos 97 anos. Diário transcrito por sua neta em Law Tracey Boyd.

Isso foi escrito no final do diário.

Foi uma palavra feliz que compartilhamos juntos você e eu. Houve alegrias e lágrimas, longas horas de ociosidade e apenas por ser jovem e livre. Para você, não fui um herói naquele dia em que me tornei um soldado, muito menos um herói para mim mesmo. Não foi uma guerra que eu fiz, mas nela encontrei uma causa preciosa demais para ser traída. É por isso que um dia voltarei para você.

Oh sim, pode ter sido muito cedo para ter entrado, aparte eu não ouvi nenhum chamado para a batalha - apenas no fundo de mim uma convicção, que era maior do que eu. Se eu tivesse vivido para te amar, poderia enfrentar a morte para lutar por você? Não foi nenhum desafio, foi uma simples dor no coração que sussurra agora - Eu voltarei para você.

Só existe miséria na guerra para aqueles que pesam a vida em contraste com o ouro e o poder. Esses são os selos de nosso inimigo e eles me chamaram de além para desafiar nossa posse do direito de viver. Eles chamam de “liberdade”, mas eu chamo - você. Quão simples então parece, enquanto estou na fila esperando o destino que já foi para milhares de meus camaradas. Devo seguir em frente para a vitória, acredite que voltarei para você.

Por todo aquele campo de batalha podem estar muitos daqueles que reivindicaram a vida, suas almas triunfantes seguirão marchando pela causa da visão. Ombro a ombro estaremos de pé - mesmo na morte, e se meus camaradas vivos na linha devessem fechar suas fileiras por mim. Eu estarei lá contente, Deuses serão cumpridos - uma noite, uma carta - um pequeno dia, e eu voltarei para você.

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Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Ivan Ž. & raquo 21 de outubro de 2016, 15:09

Alguém poderia fornecer os locais da Divisão SS "Nord" em 8 de outubro de 1944?

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por genstab & raquo 23 de outubro de 2016, 15:14

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Ivan Ž. & raquo 23 de outubro de 2016, 15:33

Muito obrigado, Bill. O avô do meu amigo, um membro da divisão, foi morto naquele dia - e, pelo que sua família sabe, ele foi morto na Finlândia. Descobri que ele foi enterrado em Reutern, Baviera. Não se sabe em que seção da divisão ele serviu (provavelmente era um operador de rádio, a julgar por uma mancha quase invisível em sua manga). Estou tentando descobrir onde ele foi morto, ou pelo menos limitar as possibilidades a vários locais.

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Jan-Hendrik & raquo 23 de outubro de 2016, 15:59

A melhor maneira seria entrar em contato com a Deutsche Dienststelle / WASt para saber sobre sua carreira na guerra.

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Ivan Ž. & raquo 23 de outubro de 2016, 16:14

De fato, obrigado, Jan-Hendrik, farei isso.

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por GregSingh & raquo 24 de outubro de 2016, 02:23

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Ivan Ž. & raquo 24 de outubro de 2016, 14:08

Obrigado, Greg! Eu vi algumas partes da unidade mencionadas ainda estarem em Kemi em novembro também. OK, temos uma ideia básica para o local (área) por enquanto. Também escrevi para o WASt, espero que eles respondam.

Re: Localização da Divisão SS & quotNord & quot em 8 de outubro de 1944

Postado por Ivan Ž. & raquo 01 de dezembro de 2016, 00h42

A informação WASt diz que ele foi morto em Kemi como um membro do 6./SS-Flak-Abt.6 e enterrado no cemitério Rovaniemi-Norvajärvi (eu entendi mal anteriormente: em Reutern, Baviera, há apenas um memorial com o nome deste soldado).


Sobre mim

E T 7 de dezembro de 1941 teve um grande impacto em E. T. e outros que se lembram do ataque a Pearl Harbor. Antes do ataque, muitos de nós estávamos relatando os Eventos Atuais que levaram à eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 6 de setembro de 1939. E. T. tinha 15 anos e morava em Ellensburg, Washington. O impacto foi profundo, perdemos conhecidos e amigos no ataque que o presidente Roosevelt chamou de & # 8220DIA DA INFÂMIA '. Esses eventos que foram & # 8220Current Events & # 8221 em 1942 a 1946 foram preservados por & # 8220Acesso ao ARQUIVO DE JORNAL & # 8221 E. T. está apresentando cópias desses arquivos para gerar um interesse em nossa história passada que não deve ser esquecido. Vidas foram mudadas quando a América foi forçada a entrar no conflito, meu irmão mais velho e muitos de seus amigos foram convocados ou alistados nas Forças Armadas e E. T. serviu no Serviço Marítimo dos Estados Unidos e na Marinha Mercante em três navios durante o conflito. Ver meu perfil completo

Oito Dias no Inferno

Em 1944, as Ilhas Palau eram uma das principais fortalezas da segunda linha de defesa do Japão. Quando o general Douglas MacArthur, comandante-em-chefe da Área Sudoeste do Pacífico, começou a planejar seu retorno às Filipinas, o Palaus, a cerca de 550 milhas a leste, representou um problema potencial. Aeronaves baseadas na Ilha Peleliu do grupo podem interditar as linhas de comunicação e fornecimento de MacArthur para as Filipinas. O general passou a acreditar que não poderia montar uma campanha anfíbia bem-sucedida a menos que o possível perigo fosse eliminado.

O Almirante Chester W. Nimitz, Comandante-em-Chefe, Frota do Pacífico dos EUA e Áreas do Oceano Pacífico, concordou. Ele ordenou a apreensão de Peleliu para "remover uma ameaça definitiva do flanco direito de Mac-Arthur e garantir uma base para apoiar sua operação no sul das Filipinas". Nimitz designou a operação Stalemate II e designou como data alvo para a invasão 15 de setembro de 1944.

Em 2 de junho de 1944, a 1ª Divisão de Fuzileiros Navais recebeu a ordem de advertência de Nimitz. Na época, ele estava descansando e se reorganizando da árdua campanha da Nova Bretanha na minúscula ilha de Pavuvu, ao norte de Guadalcanal. No final de agosto, os planos operacionais da divisão estavam concluídos e, em 4 e 8 de setembro, montou para Peleliu.

Terreno e defesas

Com apenas seis milhas de comprimento de nordeste a sudoeste, com uma largura máxima de pouco mais de duas milhas, Peleliu é uma formação calcária coralina, com a forma aproximada de uma garra de lagosta. O Serviço Conjunto de Inteligência do Exército e da Marinha descreveu erroneamente o terreno de Peleliu como "baixo e plano", exceto pelo terreno elevado ao longo da metade superior de sua pinça oeste.

Este sistema de cordilheiras tinha o nome quase impronunciável de Umurbrogol Mountain Marines que o apelidaram de “Bloody Nose Ridge”. A montanha era uma série de cristas de coral quebradas, vales estreitos e picos acidentados, alguns chegando a 550 pés, pontilhados de cavernas e fendas. A vegetação densa da selva cobriu as encostas, mascarando seus contornos acidentados da observação aérea. O coronel Merwin Silverthorn, chefe do Estado-Maior, III Corpo de Anfíbios, comentou: “Pareciam uma crista normal. Mas quando o desnudamos por meio de tiros e bombardeios aéreos, descobrimos que havia essas cristas de formas engraçadas que eram tão íngremes quanto o telhado de uma casa. E em vez de uma crista como apareceu sob a folhagem, pode haver três ou quatro cristas paralelas com ravinas profundas entre elas. ”

Os japoneses usaram esse pesadelo de penhascos, pináculos e entulho de coral com cavernas naturais e artificiais para reforçar suas defesas. Eles eram mestres em escavar as cristas de coral e habilmente camuflar suas posições, desde buracos de aranha de um homem até enormes cavernas de quatro ou cinco andares. Em outras partes da ilha, os defensores mantiveram posições defensivas semelhantes, embora geralmente em menor escala.

A espinha dorsal da guarnição japonesa consistia no 2º Regimento de Infantaria de elite - cerca de 3.000 soldados apoiados por diversas unidades de apoio para um total de entre 10.300 e 10.700 homens - sob o comando do coronel Kunio Nakagawa, de 44 anos.

TOTAL GERAL

Plano de Ataque

O plano operacional da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais previa o desembarque de três regimentos lado a lado em uma praia de 2.200 jardas na costa sudoeste de Peleliu. O 1º Fuzileiro Naval desembarcaria seu 3º Batalhão (3/1) na Praia Branca 1 e o 2º Batalhão (2/1) na Praia Branca 2, com seu 1º Batalhão (1/1) na reserva regimental. Os 5os fuzileiros navais desembarcariam dois batalhões em Orange Beach 1 e 2, com um batalhão na reserva regimental, e os 7os fuzileiros navais desembarcariam dois batalhões em Orange Beach 3, com um batalhão na reserva divisionária. O objetivo era desembarcar 4.500 homens durante os primeiros 19 minutos da invasão. As oito ondas iniciais deveriam chegar à costa em tratores anfíbios - LVTs - projetados para transportar 20 homens, precedidos por uma onda de tanques anfíbios - LVT (A) s - montados em obuseiros de 75 mm ou canhões antitanque de 37 mm.

O esquema de manobra da divisão deu aos primeiros fuzileiros navais, sob o comando do lendário coronel Lewis B. "Chesty" Puller, a noz mais difícil de quebrar. Era para dirigir para o interior, girar para a esquerda e atacar o nordeste, direto na Cordilheira do Nariz Sangrento e nas garras do principal sistema de defesa japonês.

O major Raymond G. Davis, de 29 anos, graduado em 1938 pela Georgia Tech e veterano das campanhas de Guadalcanal e Cape Gloucester, comandava 1/1. A unidade estava programada para desembarcar uma hora após o pouso inicial. Davis disse mais tarde: “Meu batalhão pousou na reserva, o que não fez sentido, porque as defesas japonesas eram muito grossas e robustas”.

No Caldeirão da Batalha

Às 09h10, com a batalha já acirrada, 1/1 partiu para a praia. Um oficial do batalhão escreveu ironicamente que "projéteis de morteiros começaram a cair em volta de todos os LVTs que os japoneses aparentemente posicionaram suas armas pesadas para cobrir a área entre o recife e a costa, e estavam tornando a situação desconfortável". Três tratores em sua onda foram atingidos e suas munições explodiram e espalharam destroços em chamas sobre a água. De acordo com o Capitão Everett P. Pope, capitão da 1 / 1's C Company: “Quando entramos, pude ver aviões bombardeando a praia. Eu poderia contar doze incêndios individuais. . . e pensei que tudo ficaria bem até que percebi que eram amtracs [LVTs] e então soube que passaríamos por momentos difíceis - e estávamos! ”

Davis relembrou: “Quando desci do trator anfíbio na praia, minha corrida para me proteger não foi rápida o suficiente e peguei um fragmento de um morteiro no joelho esquerdo. Não era sério - eu apenas coloquei uma fita adesiva sobre isso e comecei a trabalhar. ” O major teve dificuldade em reunir seus homens. O soldado de primeira classe Robert Fisher estimou que levou “cerca de uma hora. . . para reunir a maior parte do batalhão em uma área ao longo da praia. O Major Davis ordenou que cavássemos. ” Seu posto de comando avançado "ficava a pouco mais de cem metros da água".

Cerca de outros 100 metros para o interior, uma crista de coral de 30 pés de altura fortemente defendida estava representando um sério problema para 2/1 e partes de 3/1, na linha de frente à frente do batalhão de apoio de Davis. Coberto de folhagem, passou despercebido durante o reconhecimento pré-invasão da ilha, Davis lembrou.

Enquanto isso, o 1º e o 3º pelotões da 3 / 1's K Company avançavam no fortemente fortificado "Point", uma pequena península ao norte das praias de desembarque. Os canhões inimigos foram capazes de envolver as praias de desembarque. Os pelotões conseguiram capturar o ponto forte, mas uma lacuna perigosa se desenvolveu entre as unidades e a linha principal da Marinha. O 3º Batalhão tentou fechar a abertura, mas encontrou feroz resistência japonesa.

Às 13h, depois de 1/3 ter esgotado seus recursos, Davis foi ordenado a preencher a brecha. O trabalho coube à Companhia A, que se posicionou em uma vala antitanque japonesa em frente à cordilheira de corais. No entanto, como o relatório pós-ação do batalhão observou, "Atiradores e armas automáticas posicionados nesta vala atingiram a Companhia 'A' com fogo de enfileiramento prejudicial de seu flanco esquerdo enquanto eles estavam voltados para o leste em direção ao cume [coral]." Davis, em seguida, comprometeu a Companhia B a fechar a lacuna, mas foi interrompida por fogo inimigo pesado do cume.

O major finalmente lançou a Companhia C, sua última unidade de infantaria nova, contra a cordilheira de corais. Conseguiu capturar uma seção do terreno elevado. No entanto, os disparos de armas leves, morteiros e artilharia japoneses cobraram um grande tributo dos fuzileiros navais. O avanço parou e os pelotões da Companhia K em Point permaneceram isolados. Reconhecendo o perigo, o coronel Puller reuniu uma força improvisada de pessoal do quartel-general e cem homens do 1º Batalhão de Engenheiros para formar uma segunda linha atrás do flanco norte.

Enquanto isso, o batalhão totalmente gasto de Davis se preparava para passar a noite. Quando a escuridão caiu, fuzileiros navais exaustos espiaram em um pesadelo, uma terra de ninguém de árvores quebradas e rochas de coral destruídas. Sinalizadores de pára-quedas transformaram esta paisagem fragmentada em uma colcha de retalhos misteriosa de luz verde e sombra. Em locais ao longo da linha de frente do 1º Batalhão, os japoneses contra-atacaram, com a luta se tornando corpo a corpo antes que os assaltos fossem repelidos por um poder de fogo superior.

Um Avanço Lento

No segundo dia em terra, 1/1 recebeu ordem de continuar seus ataques, com a crista de coral ainda apresentando um problema espinhoso, já que o 5º Fuzileiro Naval, no flanco direito do 1º Fuzileiro Naval, girou para o norte através do campo de aviação da ilha. Davis lembrou que seu batalhão “saiu em boa ordem. . . indo para o norte. Percorremos cerca de 200 a 300 metros e chegamos ao início de uma área fortificada. . . bem no centro dela. Não podíamos nos mover sem levar um tiro de duas ou três direções. ”

A Companhia B e depois a Companhia C abriram caminho através das defesas inimigas, no processo fazendo contato com os pelotões isolados da Companhia K. O relatório do batalhão afirmava:

A área de atuação das empresas “B” e “C” [foi] esburacada com valas antitanque e uma rede de casamatas camufladas conectadas por trincheiras em terreno baixo e plano. A crista de coral estava repleta de buracos de rifle e ninhos de metralhadoras. Em particular, uma caixa de remédios com um par de metralhadoras de calibre .80 de montagem dupla nos deu muita dificuldade.

O grupo de comando do batalhão, avançando atrás das unidades de assalto, passou por fuzileiros navais da Companhia B mortos e por uma vala antitanque profunda repleta de mortos das companhias A e K. De acordo com o relatório do 1/1, “ficou claro que os japoneses colocaram armas antitanque do flanco esquerdo e morteiros das cristas para a frente para cobrir bem esta vala, e [seus] fuzileiros e morteiros tornaram o terreno insustentável. ”

Depois de preparar as defesas, 1/1 teve mais uma noite agitada, com disparos contínuos de ambos os lados pontuados por explosões de granadas. O relatório do batalhão observou que os japoneses "tentaram foguetes para puxar fogo automático, mas não tiveram sucesso porque os homens eram soldados experientes nessa época e dispararam apenas quando alvos distintos estavam disponíveis."

The Blockhouse

O avanço continuou em D + 2, com o 1º Batalhão dos Fuzileiros Navais no flanco esquerdo de 1/1 e o 2º Batalhão no flanco direito. Mas depois de cerca de uma hora, um grande incêndio de dentro e ao redor de uma grande fortificação de concreto com paredes de mais de um metro de espessura parou o 1º Batalhão. Uma dúzia de casamatas conectadas por túneis sustentavam o ponto-forte japonês. A fortificação e as casamatas não foram danificadas, apesar da afirmação da Marinha de que todos os alvos inimigos na área foram destruídos.

“Tive 25 baixas, incluindo três mortos, tentando atingir esse objetivo”, lembrou Davis. Ele finalmente recuou seus homens e direcionou seu observador para a frente de tiros navais para nocauteá-lo. Dois projéteis de 14 polegadas do USS Mississippi (BB-41) resolveu a questão. Uma testemunha ocular relatou: “A fortificação começou a se desintegrar, os grandes projéteis perfurantes e de alta capacidade derrubaram as paredes, e sua terrível concussão matou os japoneses perdidos pela fragmentação.”

Bloody Nose Ridge

Os primeiros fuzileiros navais continuaram seu avanço antes de parar em uma estrada na base de Bloody Nose Ridge para se reorganizar antes de atacar as alturas. Mas, de acordo com a história da batalha do regimento: “O fogo de morteiros e artilharia começou a cortar nossas linhas de frente expostas em tiras sob perfeita observação. O Primeiro Batalhão. . . absorveu uma punição terrível. . . . O mais rápido possível, as unidades de assalto foram reformadas para expulsar os japoneses de suas posições nas encostas. ” Davis convocou tanques M4 Sherman, que dispararam à queima-roupa na boca das cavernas, enquanto seus fuzileiros avançavam lentamente.

Os fuzileiros navais subiram com as garras. O historiador George McMillan observou: “A superfície marcada por manchas não oferecia uma base segura, mesmo nos poucos lugares planos. Era impossível cavar. . . As pedras irregulares cortaram seus sapatos e roupas, e rasgaram seus corpos toda vez que atingiram o convés por segurança. ”

Davis explicou: “Homens lutaram e morreram em caminhos desbotados que terminavam abruptamente em penhascos íngremes. Eles tiveram que dar meia volta e voltar atrás. ” À tarde, no flanco esquerdo de 1/1, a Companhia C havia apreendido a Colina 150 e parte da Colina 180, enquanto a Companhia A, no centro, capturou a Colina 160. Mas os ganhos tiveram um custo enorme: 250 vítimas. Um comandante de companhia relatou: "Estamos aqui, mas estamos afundados em corações roxos." Trinta e cinco cavernas foram capturadas.

Os japoneses, no entanto, não eram o único inimigo que os fuzileiros navais enfrentavam. O general de brigada Oliver P. Smith, comandante assistente da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais, observou: “O termômetro subiu até 105 graus. Na intensa luta em terreno acidentado, os homens logo esgotaram seus cantis. O reabastecimento foi difícil. Começamos a ter muitos casos de exaustão por calor. ”

Acima e além

Às 6h da manhã seguinte, D + 3, o 2º Batalhão, 7º Fuzileiros Navais, substituiu 1/1 na linha de frente. Depois de cair de volta para a fortificação, os homens do 1º Batalhão receberam uma refeição quente. As armas foram consertadas, munições foram distribuídas e a unidade foi reorganizada. Naquela tarde, a Companhia B recebeu ordens para voltar à luta. No dia anterior, 2/1 havia tomado o Hill 200, mas agora, em meio a contra-ataques, sua situação era desesperadora. Para aliviar a pressão e estabelecer um posto de observação, a Companhia B atacou e apreendeu a Colina 205, ao largo do flanco nordeste de 200. Mas seu ataque subsequente contra um complexo de picos acidentados foi repelido.

No início do dia 19, D + 4, a Companhia B foi para a reserva atrás de 2/1, mas ainda sofreu pesadas baixas com os bombardeios japoneses. Apesar das perdas severas de 1/1, a Companhia C do Capitão Pope foi anexada ao 2º Batalhão, substituindo a Companhia B, e recebeu a ordem de tomar a Colina 100, um pedaço de terreno vital que nas mãos dos fuzileiros navais lhes permitiria atacar Bloody Nose Ridge a partir do traseira. Uma Companhia, destacada para apoiar o 2º Batalhão na Colina 200, sofreria de exaustão pelo calor e também de fogo inimigo.

A Companhia C passou a tarde lutando em terreno pantanoso atravessado por uma ponte abaixo da Colina 100. Três tanques Sherman deram apoio, mas dois escorregaram da ponte. Em 1700, os sobreviventes da unidade invadiram a altura enquanto fuzileiros navais próximos de 3/5 os animavam, mas eles descobriram que a colina 100 não era um ponto alto, mas a ponta de um cume. Davis lembrou:

Quando o crepúsculo caiu, os fuzileiros navais tomaram [qualquer] cobertura que puderam entre as rochas desordenadas. Os japoneses foram atrás dos homens de Pope depois de escurecer, e eles continuaram vindo. . . dois japoneses de repente se materializaram perto da posição defendida pelo tenente Francis Burke. . . e o sargento James P. McAlarnis. Um dos japoneses enfiou uma baioneta na perna de Burke. Burke atacou seu agressor, batendo nele até deixá-lo sem sentido com os punhos. Enquanto isso, McAlarnis foi trabalhar no segundo japonês com a coronha de seu rifle. Eles jogaram os corpos no precipício.

Conforme o amanhecer se aproximava, a Companhia C estava reduzida a cerca de uma dúzia de homens e estava ficando sem munição. “Pope recebeu ordens para se retirar”, continuou Davis. “A ordem veio assim que o último ataque japonês começou a varrer os sobreviventes do cume. Aqueles que conseguiram descer a encosta o mais rápido que puderam. . . . Apenas nove desceram com segurança. ” Entre os feridos estava o capitão, atingido nas pernas por estilhaços.

A luta heróica da Companhia C marcou o fim da grande luta pelo comando de Davis, e em D + 7 o batalhão virtualmente destruído foi para a reserva, tendo sofrido 71 por cento de baixas. No geral, os primeiros fuzileiros navais teriam 56% de baixas. Everett Pope foi o único comandante de companhia de 1/1 a sair da ilha. Nenhum dos nove comandantes de pelotão de infantaria do batalhão sobreviveu à batalha.

General Smith reported a truly staggering butcher’s bill: “In this six-day assault against the high ground north of the airfield the 1st Marines engaged in one of the bitterest fights in the Pacific War. . . . [T]he regiment had suffered 1,737 casualties (209 killed in action and 1,438 wounded in action). It had killed an estimate 3,700 Japanese in the eight days it had been in the lines.” Davis commented, “We could have saved a lot of lives by not trying to take the whole island. After we secured the airfield, we should have pulled back, got into a siege stage, got our guns up, and just pounded the place.” The major received the Navy Cross for his “extraordinary heroism” while leading his men on Peleliu.

A reporter asked Davis’s battered men as they came off the lines, “You the 1st Battalion?” One of the survivors wearily replied, “There ain’t no more 1st Battalion.”

U.S. forces would not secure Peleliu until 27 November.

Fontes:

Author interview with General Raymond G. Davis.

Richard D. Camp, Leatherneck Legends: Conversations with the Marine Corps’ Old Breed (Minneapolis, MN: Zenith Press, 2006).

Richard D. Camp, Last Man Standing: The 1st Marine Regiment on Peleliu, September 15–21, 1944 (Minneapolis, MN: Zenith Press, 2009).

George W. Garland and Truman R. Strobridge, Western Pacific Operations, History of U.S. Marine Corps Operations in World War II, vol. 4 (Historical Division, Headquarters, U.S. Marine Corps, 1971).

“History of First Marine Regiment: 26 August–10 October 1944,” Historical Division Relating to U.S. Marine Corp Operations in World War II (hereafter Geographic Files), Peleliu, Record Group (RG) 127, National Archives and Records Administration, College Park, MD (hereafter NARA).

MAJ Frank O. Hough, USMCR, The Assault on Peleliu (Historical Division, Headquarters U.S. Marine Corps, 1950).

George McMillan, The Old Breed: A History of the First Marine Division in World War II (Washington, DC: Infantry Journal Press, 1949).

“Peleliu: 1st Battalion, 1st Marines, Historical Report,” Geographic Files, Peleliu, RG 127, NARA.

S. E. Smith, The United States Marine Corps in World War II (New York: Random House, 1969).


October 25, 1944: Who Were the German Resistance? (Crackdown on Edelweiss Pirates)

On October 25, 1944, SS Chief Heinrich Himmler of the German Third Reich ordered a crackdown against the youth culture anti-Nazi government resistance group known as “Edelweisspiraten,” or “Edelweiss Pirates.” This group of teenagers had dodged mandatory induction into the Hitler Youth organization and worked to help others hide from government authorities, whether those avoiding service in the Hitler Youth, draft dodgers, or army deserters. A German produced film, Edelweiss Pirates, detailed the exploits of these resisters in 2004.

Digging Deeper

Heinrich Luitpold Himmler was an early associate of Adolf Hitler and was with Hitler for the failed Beer Hall Putsch of 1923. One of Hitler’s earliest and most loyal supporters, Himmler joined the Schutzstaffel (SS) in 1925, and was appointed as Reichsfuhrer in charge of the SS by Hitler in 1929. Later, in 1943, Himmler also took on being Minister of the Interior and head of the Gestapo national police. A pathetically wimpy guy, Himmler avoided combat in World War I and was trained as an agronomist, a field he was excluded from because of his involvement in the anti-government activity associated with the Nazi party. Along with his growing involvement with Hitler and the other party organizers, Himmler rejected his Catholic upbringing and replaced his belief system with fierce anti-Jewishness and mystical belief in occult subjects. His fierce anti-Semitism meshed well with his duties as architect of the Holocaust, the effort by the Third Reich to eliminate all Jews from any area controlled by Germany. By October of 1944 Himmler was probably the second most powerful man in Germany, Luftwaffe commander Herman Goring having lost influence due to the failure of the Luftwaffe to stop Allied bombing of German cities.

The Edelweiss Pirates formed in the late 1930’s when teens that avoided membership in the Hitler Youth, a gender segregated organization, formed a loose association of male and female teens that rejected governmental intrusion into their lives. The fact that boys and girls were not allowed to mingle in government organizations (Hitler Youth for boys, League of German Girls for girls) made the Edelweiss Pirates attractive to teens of both sexes. At first, the non-conformist nature of the Edelweiss Pirates led to minor acts of dissent and provocation, such petty vandalism and graffiti. Later more serious actions were taken, such as beating up Hitler Youth members and hiding deserters and draft dodgers. Regional chapters sprang up, such as the Navajos, a Roving Dudes, e as Kittlebach Pirates. All these groups were identifiable by their edelweiss badge (edelweiss is an alpine flower in the daisy family of flowers).

At first, government response was somewhat measured, considering the youth and petty offenses of the pirates, but as the fortunes of war worsened for the Third Reich and the pirates took on a more serious role, the government transitioned from shaving the heads of offenders and brief incarceration, to deportation to concentration camps and after the crackdown, execution.

After World War II ended and Germany was occupied by the Allies, the Edelweiss Pirates did not disappear. The non-conformist nature of the members did not just melt away, and the Allies took the groups quite seriously, courting their cooperation in establishing a new government and social order. At first the pirates were at least somewhat cooperative, as they sought favors and interceded on behalf of their friends and families, but their anti-establishment and anti-political nature reasserted itself and group activity once again became somewhat of a counter cultural movement. Edelweiss Pirate reprisals against Russian and Polish people and against collaborators resulted in the arrest and threatened execution of some members, with prison sentences of 25 years handed down. Never numbering more than a few thousand members, the Edelweiss Pirates slowly disappeared as Germany moved toward normal conditions after the War.

Other government resisting German youth groups of World War II include the Swingjugend (Swing Youth, or Swing Kids) and the White Rose, two groups that had some cross relations with each other. Readers fascinated by the Edelweiss Pirates can read the two novels about the group by author Mark Cooper.

Question for students (and subscribers): If a tyrant were to take over America, would you join the resistance? Please let us know in the comments section below this article.

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Your readership is much appreciated!

Historical Evidence

For more information, please see…

Cooper, Mark A. Edelweiss Pirates: Operation Einstein (Volume 1). CreateSpace Independent Publishing Platform, 2016.

Cooper, Mark A. Edelweiss Pirates: The Edelweiss Express (Volume 2). CreateSpace Independent Publishing Platform, 2017.

The featured image in this article, a photograph by Christoph Rückert aka Dstern of a memorial for the Cologne victims on Schönstein Str, next to the Bahnhof, is licensed under the Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported license.


8 October 1944 - History

88th Infantry
Division

88th Infantry
Division


88th
Infantry
Division
Signal Company

The 351st Infantry would fight the most important battle in this zone, with its main objective Santa Maria Infante.

Com a oposição em seus estágios finais, o 2º Batalhão avançou sobre Santa Maria pela direita e o 3º Batalhão dirigiu pela estrada Minturno-Santa Maria. A cidade foi ocupada por 1000 horas e os engenheiros seguiram os passos da infantaria, limpando os escombros das ruas com escavadeiras.

The Fifth Army began massing its forces during the first weeks of July. The veteran 34th Division, with many attached units was hammering at the outer defenses of Leghorn, while the 88th Division on the right flank was striking for the high ground south of the Arno to outflank it. The 91st Infantry Division was assigned the central sector between the 34th Division and the 88th Division.

At Laiatico, the 351st encountered stubborn opposition, checked by several strong German counterattacks and continuous driving rains swelled streams to river size. The 313th Engineers doubled their efforts to keep open the lines of supply and in several places strung high lines over washouts and flash floods by means of which supplies and ammo were sent to forward troops.

While performing security duties on the Division’s left flank, the 351st Infantry Regiment unexpectedly ran into a hornet’s nest near Laiatico on 9 July. Here, the regiment encountered Grenadier Regiment 1060, an element of the recently-disbanded 92nd Infantry Division now attached to the 362nd Infantry Division, as well as other elements of the 90th Panzer Grenadiers. After being initially repulsed on 11 July, the regiment attacked again on the 12th with the 2nd and 3rd Battalions up and the 1st in reserve. The 3rd Battalion tore into the 1060th’s 1st Battalion, destroying it and killing the enemy battalion commander. By the early morning of 13 July, all regimental objectives were secure for its part in the attack, the 3rd Battalion, 351st Infantry Regiment was later awarded the Distinguished Unit Citation.

The Arno River was crossed on the July 20th.

After a period of rest and training, the Division opened its assault on the Gothic Line, 21 September 1944, and advanced rapidly along the Firenzuola-Imola road, taking Mount Battaglia on the 28th.


Today in World War II History—October 26, 1939 & 1944

80 Years Ago—October 26, 1939: Germany annexes former Polish areas of Upper Silesia, West Prussia, Pomerania, Poznan, Ciechanow, Danzig, and part of Lódz the rest of German-occupied Poland comes under the “General Government.”

75 anos atrás — outubro. 26, 1944: The Battle of Leyte Gulf concludes with a decisive US victory, despite heavy Japanese kamikaze attacks this battle marks the virtual collapse of the Japanese Navy.

Canadian troops make an amphibious landing at Beveland in the crucial Scheldt Estuary in the Netherlands.

Canadian Royal Hamilton light infantry carriers in Dutch village of Krabbendijke on the Beveland Causeway, 27 Oct 1944 (Library and Archives Canada: PA-205125)


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SS Pz.Jg Abt 10 (Roestel) September - October 1944

Post by Kriegsberichter » 15 Jun 2008, 17:14

Re: SS Pz.Jg Abt 10 (Roestel) September - October 1944

Post by Martin Block » 15 Jun 2008, 22:20

During August 1944 Stab, Stabskp., 1. and 2./SS-Pz.Jg.Abt. 10 were still based in Mielau in East Prussia where they were being trained and equipped with Jagdpz. IV L/48. 21 of these vehicles were delivered to the unit on 22.8.1944.
It seems that a 3. Kp. (7,5 cm Pak mot.Z.) was never formed.

On 23.8.1944 OKH ordered transfer of SS-Pz.Jg.Abt. 10 to the area of Ob. West beginning 30.8.1944. With a little delay 3 trains loaded with Stab, Stabskp., 1. and 2./SS-Pz.Jg.Abt. 10 left Danzig on 8.9.1944 and were unloaded in Aachen on 11.9.1944. On the evening of that same day the Abteilung was subordinated to the LXXXI. A.K., and at first attached to the 9. Pz.Div.. It remained active in the LXXXI. A.K. area at least until the late evening of 19.9.1944 when still 14 Jagdpz. IV were reported as combat ready. The total strength is not given.

When exactly the Abteilung finally joined the 10. SS-Pz.Div. is not known to me but as you can see it was definitely not present with the division at the beginning of Operation Marked Garden despite claims in post war literature.

Re: SS Pz.Jg Abt 10 (Roestel) September - October 1944

Post by Kriegsberichter » 16 Jun 2008, 06:46

Can it not be that they were equiped with StuG III . There is a photo of a StuG III near Valkenswaard (After The Battle Then and Now: Market Garden) stating it did belong to Roestel's unit.

The Gliederung of Kampfgruppe Walther made up by Friedrich Sixt for the American Historical Division in 1954 mentioned that at 18.9.44 SS Pz.Jg Abt 10 had 10 StuG and 11 unbewegliche Pak.

10 StuG seems to me as one Kompanie and the Pak making up a second.

Problem is that the account, made up after the war, seems not to accurate on some things so have my doubts. Maybe was the 3rd Coy not reformed but did they still have enough (old) Pak.


Assista o vídeo: Müller. Heinrich Müller. Gestapo (Junho 2022).


Comentários:

  1. Idi

    E o que é ridículo?

  2. Moricz

    What necessary words ... Great, a remarkable idea

  3. Svec

    Sim, de fato. E eu encontrei isso. Vamos discutir esta questão. Aqui ou em PM.

  4. Corey

    Todo mundo manda mensagens privadas hoje?

  5. Tygokus

    Acho que cometo erros. Proponho discuti-lo. Escreva-me em PM, fale.

  6. Kalkis

    Lamento não poder participar da discussão agora - não há tempo livre. Mas eu estarei livre - com certeza vou escrever o que penso sobre esse assunto.

  7. Cromwell

    Eu acho que você não está certo. Tenho certeza. Convido você a discutir. Escreva em PM, falaremos.



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