Em formação

Gustav Stresemann


Gustav Stresemann, filho de um estalajadeiro, nasceu em Berlim em 10 de maio de 1878. Stresemann frequentou universidades em Berlim e Leipzig, onde estudou história, literatura e economia.

Após completar seus estudos, ele trabalhou para a Associação Alemã de Fabricantes de Chocolate. Em 1902 ele fundou a Associação de Fabricantes Saxônicos e no ano seguinte ingressou no Partido Liberal Nacional. Um partido de direita, Stresemann emergiu como um dos líderes da ala mais moderada que defendia uma melhoria na provisão de bem-estar social.

Em 1908, Stresemann foi eleito para o Reichstag. Ele logo entrou em conflito com seus colegas mais conservadores e foi afastado do comitê executivo do partido em 1912. Mais tarde naquele ano, ele perdeu seu assento no Parlamento. Stresemann voltou à vida empresarial e foi o fundador da German-American Economic Association. Um forte defensor do imperialismo alemão, ele se alienou das visões políticas de Alfred von Tirpitz e Bernhard von Bulow.

Ele voltou ao Reichstag em 1914. Isento do serviço militar durante a Primeira Guerra Mundial por causa de problemas de saúde, Stresemann foi um defensor apaixonado do esforço de guerra e defendeu que a Alemanha deveria tomar posse de terras na Rússia, Polônia, França e Bélgica.

Durante a guerra, Stresemann tornou-se cada vez mais direitista e seus oponentes alegaram que ele era o porta-voz parlamentar de figuras militares como Paul von Hindenburg e Erich Ludendorff. Ele tornou-se cada vez mais crítico de Bethmann Hollweg e defendeu a guerra submarina irrestrita contra a Marinha Real.

Em 1918, Stresemann formou o Partido do Povo Alemão. Após a derrota da Alemanha, Stresemann simpatizou com os Freikorps e saudou a derrota dos socialistas e comunistas na Revolução Alemã. No entanto, ele ficou cada vez mais preocupado com o uso da violência dos grupos de direita e após os assassinatos de Matthias Erzberger e Walther Rathenau, Stresemann decidiu argumentar a favor da República de Weimar.

Com o apoio do Partido Social-democrata, Stresemann tornou-se chanceler da Alemanha em 1923. Ele conseguiu pôr fim à resistência passiva no Ruhr e retomou o pagamento das indenizações. Ele também abordou o problema da inflação ao estabelecer o Rentenbank.

Stresemann foi severamente criticado por membros do Partido Social-democrata e do Partido Comunista por sua relutância em negociar firmemente com Adolf Hitler e outros líderes do Partido Nazista após o fracasso do Putsch no Beer Hall. Mais tarde naquele mês, os socialistas se retiraram do governo de Stresemann e ele foi forçado a renunciar ao cargo de chanceler.

No novo governo liderado por Wilhelm Marx, Stresemann foi nomeado ministro das Relações Exteriores. Ele aceitou o Plano Dawes (1924), pois resultou na retirada do Exército francês do Ruhr. Sob a habilidade de estadista de Hans Luther Stresemann, levou ao Tratado de Locarno (dezembro de 1925), ao Tratado Germano-Soviético (abril de 1926) e à adesão da Alemanha à Liga das Nações em 1926. Mais tarde naquele ano, ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Gustav Stresemann negociou o Plano Jovem, mas logo depois sofreu dois derrames e em 3 de outubro de 1929 morreu de ataque cardíaco.

Já falei da perda que sofremos ao perder um homem que bem poderia ter sido o instrumento de uma grande obra de reconciliação na Alemanha. Para mim, sua perda parece a mais pesada porque essa reconciliação é extremamente necessária. A velha Alemanha e a nova não devem sofrer oposição permanente; o Reichsbanner e o Stahlhelm não deveriam se enfrentar para sempre como antagonistas. Alguns meios devem ser encontrados para fundir o velho e o novo. E o morto certamente seria um daqueles que se dedicariam de todo o coração a tal tarefa. A reserva com que antes olhávamos o presidente, que na verdade já havia sido rompida pela impressão de seus esforços conscienciosos, desapareceu naquele 11 de agosto, quando o presidente decidiu levantar o Deutschlandlied acima da turbulência da contenda do Partido e restaurá-lo ao seu lugar como a canção dos alemães. Não vamos subestimar esse símbolo. Nós agitamos bandeiras o suficiente uns contra os outros. Seria uma pena se tentássemos cantarolar um ao outro! Assim, temos pelo menos uma canção nacional que une todos os alemães e é o símbolo de nossa nação de sessenta milhões.

O resultado da eleição é psicologicamente extraordinariamente interessante. Não pode haver dúvida de que o elemento pessoal ganhou o dia. Durante a turbulência da campanha eleitoral, não faltou esforço para desacreditar a importância da personalidade de Hindenburg. Mas com pouco sucesso. De fato, muitos duvidavam se o fardo da idade não seria muito pesado para quem aspirava ao cargo de presidente. Mas, no final, o grande nome produziu seu efeito e gerou reservas de eleitores que, de outra forma, dificilmente estariam disponíveis em tal número se não considerassem um dever patriótico registrar seus votos para o grande comandante na Grande Guerra.

Por outro lado, a nomeação de Hindenburg combinou a Coalizão de Weimar com ainda mais firmeza do que teria sido de outra forma. Quem conhece os relatos das reuniões do Partido Social-democrata aquando das eleições sabe como foi violenta a reacção à ideia de eleger um dirigente do Partido de Centro para a Presidência. Foi combatido pelo Grupo Levi, que viu uma traição à concepção da Guerra de Classes em qualquer cooperação com a burguesia de centro. Foi combatido por todo o corpo de Livre-pensadores - e onde eles são mais fortes do que nas fileiras do Partido Social-Democrata? - que não tinha noção de voto para o campeão das escolas denominacionais, e o defensor declarado da atitude cristã para com o Estado e o mundo. Foi combatida sobretudo pelas mulheres nas áreas onde o conflito denominacional é agudo, por medo de que a eleição de Marx levasse ao fortalecimento do catolicismo. E a oposição foi muito mais intensa entre os democratas. Não só da Baviera vieram protestos contra o apoio do candidato do Centro. Também em outros distritos o credo democrata foi abalado.

A paz entre a França e a Alemanha não é apenas um assunto franco-alemão, mas europeu. A última guerra mundial, em minha opinião, não produziu vencedores que pudessem se alegrar com sua vitória. A guerra, e a continuação da guerra por outros meios, foram responsáveis ​​pelas convulsões sociais, políticas e econômicas na Europa que confrontaram diretamente as nações civilizadas mais antigas com a questão de sua futura existência material. Nos debates que recentemente tiveram lugar nesta ilustre Câmara, V. Exa. Discutiu um problema que é um dos efeitos da Guerra à Europa, e não apenas à Alemanha, nomeadamente o problema de como aliviar por quaisquer medidas públicas aqueles que foram proletarizados pela o colapso da moeda e do comércio. Eles foram, não apenas neste país, mas em outros, os partidários da idéia de Estado, os mais firmes pilares da ordem atual. O colapso da moeda se espalhou de leste a oeste e até agora não parou em nenhuma fronteira nacional. Não pertenço àqueles que esperam vantagens para a Alemanha com a continuação dessa queda da moeda na França. Não consigo imaginar vantagens políticas ou mesmo econômicas se essa queda continuar. Menos ainda compartilho da opinião que parecia implícita em uma interjeição no início de minhas observações, de que a posição da França como Grande Potência, que ela manteve após a Paz de Versalhes, pode ser permanentemente abalada por qualquer dificuldades nos territórios Rif de Marrocos.

Não aqui estão os grandes problemas do tempo presente; elas residem, creio eu, no fato de que, sem a cooperação dos grandes territórios que hoje são os fatores primordiais no comércio mundial, nem a crise financeira francesa nem a crise econômica alemã podem ser removidas. Não é apenas nosso interesse, mas de outras nações da Europa, que essas potências mundiais se empenhem na reconstrução de uma Europa arruinada, e eles não podem esperar que essas potências mundiais e sua opinião pública empreendam a tarefa, a menos que sintam que o fizeram. diante deles uma Europa pacificada, e não uma Europa de sanções e de guerras ainda por vir.

No momento de rubricar os tratados aqui redigidos, permita-me dizer algumas palavras em nome do Chanceler e em meu próprio nome. Os delegados alemães concordam com o texto do protocolo final e seus anexos, um acordo ao qual expressamos com o acréscimo de nossas iniciais. Saudamos com alegria e de todo o coração o grande desenvolvimento do conceito europeu de paz que tem origem neste encontro de Locarno e, como o Tratado de Locarno, está destinado a ser um marco na história das relações entre Estados e povos . Saudamos de modo especial a convicção expressa neste protocolo final de que nosso trabalho levará a uma diminuição da tensão entre os povos e a uma solução mais fácil para tantos problemas políticos e econômicos.

Assumimos a responsabilidade de rubricar os tratados porque vivemos na fé que só pela cooperação pacífica dos Estados e dos povos pode ser assegurado esse desenvolvimento, que não é mais importante do que para aquela grande terra civilizada da Europa cujos povos sofreram tanto na os anos que ficaram para trás. Nós o empreendemos de maneira mais especial porque estamos justificados na confiança de que os efeitos políticos dos tratados provarão nossa vantagem particular ao aliviar as condições de nossa vida política. Mas grande é a importância dos acordos que

estão aqui encarnados, os tratados de Locarno só atingirão a sua mais profunda importância no desenvolvimento das nações se Locarno não for o fim, mas o início de uma cooperação confiante entre as nações. Que essas perspectivas e as esperanças baseadas em nosso trabalho possam se concretizar é o desejo sincero que os delegados alemães expressariam neste momento solene.

No momento em que os trabalhos iniciados em Locarno são concluídos com a nossa assinatura em Londres, gostaria de expressar sobretudo a si, Sir Austen Chamberlain, a nossa gratidão pelo que lhe devemos pelo reconhecimento da sua liderança no trabalho que está concluído aqui hoje. Como você sabe, não tínhamos um presidente para presidir nossas negociações em Locarno. Mas é devido às grandes tradições de seu país, que podem remontar a uma experiência de muitas centenas de anos, que as leis não escritas funcionam muito melhor do que a forma pela qual o homem pensa para dominar os acontecimentos. Assim, a Conferência de Locarno, tão informal, teve sucesso. Isso foi possível porque em você, Sir Austen Chamberlain, tínhamos um líder que com seu tato e simpatia, apoiado por sua encantadora esposa, criou aquela atmosfera de confiança pessoal que pode muito bem ser considerada como parte do que se entende por espírito de Locarno. Mas algo mais foi mais importante do que a abordagem pessoal, e essa foi a vontade, tão vigorosa em você e em nós, de concluir este trabalho. Daí a alegria que sentiram como todos nós, ao rubricar aqueles documentos em Locarno. E daí nossa sincera gratidão a você aqui hoje.

Ao falar do trabalho realizado em Locarno, deixe-me olhá-lo à luz desta ideia de forma e vontade. Todos nós tivemos que enfrentar debates sobre essa conquista em nossas respectivas Casas do Parlamento. A luz foi lançada em todas as direções e foram feitas tentativas para descobrir se não pode haver contradições nesta ou naquela cláusula. A este respeito, digo uma palavra! Vejo em Locarno não uma estrutura jurídica de ideias políticas, mas a base de grandes desenvolvimentos no futuro. Os estadistas e as nações ali proclamam seu propósito de preparar o caminho para os anseios da humanidade por paz e compreensão. Se o pacto não fosse mais do que uma coleção de cláusulas, não seria válido. A forma que procura encontrar para a vida comum das nações só se tornará realidade se por trás delas estiver a vontade de criar novas condições na Europa, vontade que inspirou as palavras que Herr Briand acaba de proferir. '

Desejo expressar-lhe, Herr Briand, a minha profunda gratidão por aquilo que disse sobre a necessidade da cooperação de todos os povos - e especialmente daqueles que tanto resistiram no passado. Partiu da ideia de que cada um de nós pertence em primeira instância ao seu próprio país, e deve ser um bom francês, alemão, inglês, por fazer parte do seu próprio povo, mas que todos também são cidadãos da Europa, comprometidos com a grande ideia cultural que encontra expressão no conceito de nosso continente. Temos o direito de falar de uma ideia europeia; esta nossa Europa fez tão grandes sacrifícios na Grande Guerra e, no entanto, enfrenta o perigo de perder, pelos efeitos dessa Grande

Guerra, a posição a que tem direito pela tradição e pelo desenvolvimento.

Os sacrifícios feitos por nosso continente na Guerra Mundial são freqüentemente medidos apenas pelas perdas materiais e destruição que resultaram da Guerra. Nossa maior perda é que pereceu uma geração da qual não podemos dizer quanto intelecto, gênio, força de ação e vontade poderiam ter amadurecido, se lhes fosse dado viver todas as suas vidas. Mas junto com as convulsões da Guerra Mundial, surgiu um fato, a saber, que estamos ligados uns aos outros por um único e comum destino. Se descermos, desceremos juntos; se quisermos alcançar as alturas, não o fazemos por conflito, mas por esforço comum.

Por isso, se acreditamos no futuro de nossos povos, não devemos viver em desunião e inimizade, devemos dar as mãos no trabalho comum. Só assim será possível lançar as bases de um futuro do qual o senhor, Herr Briand, falou em palavras que só posso enfatizar, que deve ser baseado em uma rivalidade de realização espiritual, não de força. Nessa cooperação, a base do futuro deve ser buscada. A grande maioria do povo alemão defende uma paz como esta. Confiando nessa vontade de paz, firmamos este tratado. É o início de uma nova era de cooperação entre as nações. É para encerrar os sete anos que se seguiram à Guerra, com um tempo de verdadeira paz, sustentado pela vontade de estadistas responsáveis ​​e clarividentes, que nos mostraram o caminho para tal desenvolvimento e serão apoiados pelos seus povos, que saiba que somente assim a prosperidade pode aumentar. Que as gerações futuras tenham motivos para abençoar este dia como o início de uma nova era.


Gustav Stresemann

Gustav Stresemann (1878-1929) foi um político alemão, Reichstag deputado e, por um breve período em 1923, chanceler. Como ministro das Relações Exteriores, Stresemann se tornou um dos líderes mais significativos e eficazes da República de Weimar.

Stresemann nasceu em Berlim, filho de um publicano protestante, cervejeiro e vendedor de cerveja. A família era de classe média baixa e o calado e erudito Gustav era o único dos cinco filhos que concluía o ensino médio e se matriculava na universidade.

Em 1897, Stresemann começou a estudar história e literatura na Universidade de Berlim. Mais tarde, ele mudou para a economia, provavelmente para aumentar suas perspectivas de emprego. Após concluir o doutorado, Stresemann passou a década seguinte trabalhando como administrador para várias associações comerciais.

O interesse de Stresemann por política começou na universidade e continuou em sua vida profissional. Ele se juntou ao Partido Liberal Nacional em 1903 e demonstrou pontos de vista progressistas, como o apoio a medidas de bem-estar social financiadas pelo Estado. Depois de servir seis anos no conselho da cidade de Dresden, Stresemann entrou no Reichstag em 1907.

Quando jovem, as opiniões de Stresemann & # 8217s eram liberais & # 8211, mas por volta dos 30 anos ele se tornou mais nacionalista e conservador. Durante a Primeira Guerra Mundial, Stresemann apoiou a monarquia e o esforço de guerra e apoiou os apelos para a guerra submarina irrestrita. Com o surgimento da República de Weimar no final de 1918, Stresemann foi cofundador do Partido do Povo Alemão (DVP), de direita.

Apesar de sua associação com nacionalistas de direita, Stresemann se tornou um pragmático que estava preparado para trabalhar com seus opostos políticos, incluindo o Partido Social Democrata (SPD), em benefício do país.

O curto período de Stresemann como chanceler (1923) foi condenado pela ocupação do Ruhr, hiperinflação galopante e uma frágil coalizão governamental. Era como ministro das Relações Exteriores, porém, que deixaria sua marca na República de Weimar.

Stresemann serviu quase seis anos completos (1923-29) como ministro das Relações Exteriores da República. Reconhecendo que a Alemanha não poderia se recuperar sem o apoio internacional, ele trabalhou para restaurar e reconstruir os laços diplomáticos, renegociar a dívida de reparações e garantir empréstimos estrangeiros.

Entre as conquistas de Stresemann & # 8217 como ministro das Relações Exteriores estavam a negociação do Plano Dawes (1924), os Tratados de Locarno (1925), um tratado com a União Soviética e a admissão da Alemanha & # 8217 como um estado-membro da Liga das Nações (ambos em 1926). Stresemann e o estadista francês Aristóteles Briand compartilharam o Prêmio Nobel da Paz pelos acordos de Locarno, que reconciliaram as relações franco-alemãs.

Stresemann foi menos conciliador quando se tratou da Europa oriental, particularmente da Polônia. Como outros nacionalistas alemães, ele rejeitou a ideia da soberania polonesa e buscou a recuperação dos territórios alemães entregues à Polônia após a Primeira Guerra Mundial.

A morte prematura de Stresemann em 1929, aos 51 anos, roubou a Alemanha de Weimar seu estadista mais eficaz, numa época em que ele era mais necessário.


Gustav Stresemann (1878-1929)

Durante os anos de Weimar, Stresemann se tornou o líder do Partido do Povo Alemão. Stresemann lutou para manter o apoio do partido à República, apesar das forças antidemocráticas dentro do Partido do Povo Alemão.

Entre 1923 e 1929, Stresemann atuou como Ministro das Relações Exteriores de Weimar. Ele trabalhou para criar boas relações entre a Alemanha e seus vizinhos, especialmente a França. Stresemann falava freqüentemente na Liga das Nações. Ele também negociou tratados para renunciar à guerra em favor da resolução pacífica das disputas. Os nazistas consideravam Stresemann um de seus principais inimigos. A morte de Stresemann em 1929 roubou a República de Weimar de um de seus maiores defensores.

Outras informações sobre Gustav Stresemann:

Gustav Stresemann foi um político alemão que liderou o Partido do Povo Alemão durante o período de Weimar. Stresemann combinou força acadêmica com inteligência de negócios, escrevendo uma dissertação acadêmica sobre a indústria da cerveja. Ele começou sua vida política como monarquista e durante a Primeira Guerra Mundial, Stresemann foi um forte defensor da agressiva expansão alemã. No entanto, no final da guerra, Stresemann tornou-se um republicano convicto. Ele acreditava que as disputas entre as nações deveriam ser resolvidas por meio de negociação e diplomacia. Durante os anos de Weimar, Stresemann se tornou o líder do Partido do Povo Alemão. Como líder do DNVP, Stresemann lutou para manter o apoio do partido à República, apesar das forças antidemocráticas dentro do DNVP. Entre 1923 e 1929, Stresemann atuou como Ministro das Relações Exteriores de Weimar. Ele trabalhou para criar boas relações entre a Alemanha e seus vizinhos, especialmente a França. Stresemann falava freqüentemente na Liga das Nações. Ele também negociou tratados para renunciar à guerra em favor da resolução pacífica das disputas. Os nazistas consideravam Stresemann um de seus principais inimigos. A morte de Stresemann em 1929 roubou a República de Weimar de um de seus maiores defensores.


Leitura Adicional

Os artigos de Stresemann, coletados e selecionados por sua ex-secretária, foram traduzidos e editados de forma ligeiramente condensada por Eric Sutton, Gustav Stresemann: seus diários, cartas e artigos (3 vols., 1935-1940). Embora não haja uma biografia definitiva de Stresemann, existem vários estudos bons e equilibrados. Henry L. Bretton, Stresemann e a revisão de Versalhes (1953), enfatiza Stresemann como o manipulador habilidoso da diplomacia pacífica. Hans Gatzke, Stresemann e o Rearmamento da Alemanha (1954), o retrata como um grande estadista honesto e nacionalista descaradamente ambíguo sobre o armamento alemão. O papel de Stresemann na política alemã é discutido em Henry A. Turner, Stresemann e a política da República de Weimar (1963). Marvin L. Edwards, Stresemann e a Grande Alemanha, 1914-1918 (1963), trata dos anos de guerra. Dos muitos relatos anteriores favoráveis ​​do ministro das Relações Exteriores como o "bom europeu", dois se destacam: Rochus von Rheinbaben, Stresemann: o homem e o estadista (1929), escrito com a ajuda de Stresemann, e Antonina Vallentin, Stresemann (trad. 1931). □


Resistindo por um herói: Gustav Stresemann sobrevive

Eu li um tempo atrás que a Grã-Bretanha propôs um cancelamento das dívidas intra-aliadas da Primeira Guerra Mundial semelhante ao que eles fizeram depois das Guerras Napoleônicas. Em parte, isso se deveu ao impacto na economia mundial e o cancelamento de dívidas reavivaria o comércio mundial. Em parte também, possivelmente, enquanto a Grã-Bretanha tinha os maiores empréstimos, a maior parte deles era para a Rússia que, com a tomada do poder pelos bolcheviques, parecia altamente improvável de algum dia ser reembolsado. No entanto, acho que isso foi logo após o fim da guerra e os EUA recusaram na época.

Pena que algum acordo não tenha sido feito na época ou no início dos anos 20, pois acho que poderia ter feito muito para reavivar o comércio mundial e possivelmente evitar, se não a depressão, os piores efeitos e alguns dos ditadores.

Se isso faz você se sentir melhor, havia muitas coisas desse tipo, como a proposta francesa de internacionalizar aeronaves civis ou a alegação de que os submarinos eram uma arma defensiva.

A conferência inteira me pareceu vagamente boba, sinto muito se parece que estou mexendo com a Grã-Bretanha.

Obrigado. Parecia que a Grã-Bretanha estava sendo escolhida e eu estava começando a me sentir mal por causa disso.

Acho que havia muita preocupação genuína em evitar a guerra, juntamente com o desejo de cortar gastos devido à depressão e ao pensamento econômico convencional da época. No entanto, sempre tive dúvidas sobre a maioria das conversas de desarmamento porque geralmente as pessoas dispostas a tomar medidas se enfraquecem em comparação com aqueles que são menos íntegros.

Além disso, é genuinamente muito difícil com essas questões porque a maioria das armas pode ser usada tanto defensivamente quanto ofensivamente. Até mesmo os submarinos foram pensados ​​inicialmente como armas defensivas devido às limitações das primeiras versões e à visão de que só seriam usados ​​contra alvos militares. No entanto, como todos sabemos, eles mudaram totalmente de caráter assim que ganharam a capacidade e a vontade de serem usados ​​contra alvos civis. Da mesma forma, no mar, as minas podem ser uma medida defensiva para manter um inimigo longe de sua costa ou uma medida agressiva para estrangular seu próprio navio.

Faeelin

Quando Stresemann ganhou o poder, seu problema mais difícil foi evitar a possibilidade real de um golpe militar nazista. Muitos no Reichswehr tinham simpatias nazistas ou uma antipatia intensa pela esquerda alemã. Ter Stresemann como presidente era, portanto, obviamente algo a que se opunham.

Assim que Stresemann assumiu o cargo, ele começou seus esforços para combater os nazistas e os comunistas e, ao fazê-lo, evitar a Guerra Civil que temia. No apper, a posição nazista era forte. Três quartos de milhão de camisas-marrons e capacetes de aço ficavam à direita, e ninguém sabia como o exército agiria. No entanto, a democracia não estava indefesa e tinha sua própria força paramilitar: a Frente de Ferro.

O Reichsbanner foi formado em 1924 em resposta à agitação da direita na década de 1920 como parte de uma campanha para defender a República. Desde o seu início, tinha sido apoiado pelo SPD e, em menor medida, pelo DDP e pelo Partido de Centro, mas na segunda metade da década de 1920 o movimento murchara quando a República parecia estável e caía sob o controle dos social-democratas . Diante da ameaça representada por Hitler e pelos comunistas, Stresemann liderou o DDVP, às vezes chutando e gritando, para apoiar o movimento e revitalizar uma força paramilitar pan-democrática. Uma improvável associação de apoiadores, que vão de Gustav Krupp a estivadores em Hamburgo, o movimento divergente foi unido apenas por um ideal: Respeito pela República e suas instituições. [1] Na primavera de 1932, o movimento, conhecido como Frente de Ferro, tinha quase meio milhão de membros.

No entanto, a Frente de Ferro não foi apenas um movimento saudável dedicado à democracia. A Frente de Ferro tentou adotar as táticas de seus inimigos. Para a eleição presidencial, os social-democratas ordenaram que todos os grupos locais usassem um crachá do partido, usassem uma saudação apertada de primeira mão e gritassem "Liberdade!" nos momentos apropriados. O uso de um símbolo de três flechas pela Frente de Ferro (simbolizando um ataque aos inimigos da Democracia) também ilustrou outra adoção dos métodos nazistas, assim como seus esforços para reunir as pessoas em torno de "seu" líder, Stresemann. Em comparação com seus adversários de esquerda e direita, a Frente de Ferro ainda era a guardiã da democracia na Alemanha.

No entanto, ninguém queria uma guerra civil e, embora o exército pudesse dar apoio a Stresemann, eles só o fariam se todas as alternativas fossem exauridas primeiro, incluindo um acordo com os nazistas.

“Olhe, senhor presidente, o fato é que os nazistas estão entre os maiores partidos do Reichstag. Você não pode mantê-los fora do governo para sempre. ” Von Schleicher recostou-se na cadeira e esperou que Stresemann falasse.

"Esse é o seu conselho ou o conselho do Reichswehr?"

“Estamos apenas preocupados com a natureza não democrática de seu regime.” Stresemann percebeu que Von Schleicher conseguiu manter uma expressão séria ao dizer isso. “Mais especificamente, estamos preocupados que você esteja pressionando os nazistas a darem um golpe, e não queremos ter que lutar contra outros alemães.”

Stresemann olhou para o outro lado da mesa e pensou por um momento. "Você tem razão." Ele rabiscou algo em um bloco de notas, para fazer parecer que estava pensando. “Não vou oferecer um cargo a Hitler. Mas poderíamos nomear Strasser como Ministro dos Transportes. ”

Schleicher encolheu os ombros. "Isso é tudo?"

“Os sociais-democratas ainda têm maioria.” Stresemann pensou por um momento. “Vamos oferecer uma posição a Goering. Hitler aprovaria isso, não é? "

A ascensão do Partido Nacional dos Trabalhadores Alemães

O movimento nacional-socialista estava à beira da desordem no segundo semestre de 1932. Eles haviam sido derrotados de forma decisiva nas eleições presidenciais, embora tenham conquistado cadeiras na eleição do Reichstag em maio. No entanto, novas eleições em outubro indicaram que o Partido Nazista havia atingido seu pico, com o partido ganhando apenas 28% dos votos do país. Com a melhora da economia, a situação só pioraria para o partido. O Partido também foi dividido por conflitos faccionais, quando os irmãos Strasser pediram aos nazistas que se juntassem ao "Governo Nacional" de Stresemann. Ernst Rohm, entretanto, pediu o uso de centenas de milhares de SA do partido para tomar o estado à força. Assim, Strasser e Röhm tornaram-se aliados no apoio a uma revolução nacional.

O final de 1932 testemunhou, portanto, duas tensões no partido que defendiam uma "revolução nacional, como exemplificado por uma greve conjunta nazista-comunista em Berlim em oposição a Stresemann e a facção" conservadora "de Hitler e Goering. Nessa situação instável, havia apenas um resultado.

Stresemann fumava um charuto e sorria ao ler o jornal. “Então, Strasser e Rohm estão formando o Partido Nacional Socialista do Povo Alemão, não é?” Ele citou do jornal. “A ascensão do Nacional-Socialismo é o protesto de um povo contra um Estado que nega o direito ao trabalho. Se a máquina de distribuição no atual sistema econômico mundial é incapaz de distribuir apropriadamente a riqueza produtiva das nações, então esse sistema é falso e deve ser alterado. A parte importante do desenvolvimento atual é o sentimento anti-capitalista que está permeando nosso povo. ”

Ele mastigou o charuto e olhou pela janela do Palácio Presidencial do Reich para o pátio. A chuva caía nas janelas e a maior parte das folhas caíam das árvores. Não importa, realmente. A primavera estava chegando.


Enquanto Strasser e Rohm continuaram a jurar lealdade aos ideais dos nazistas, sua ruptura levou a uma luta generalizada entre o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães e o Partido Nacional dos Trabalhadores Alemães estourou em toda a Alemanha. Stresemann retaliou instituindo a pena de morte para quaisquer “execuções políticas”, enquanto os comunistas previram alegremente o colapso da “República Burguesa. No entanto, tanto o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães quanto o Partido Nacional dos Trabalhadores Alemães foram duramente atingidos nas eleições de 1933, quando os eleitores da classe média desertaram, com medo de que ambos os partidos estivessem voltando às suas raízes socialistas. Se quisessem ganhar poder, muitos acreditavam que seria não ou nunca.

Stresemann suspirou ao terminar uma carta. “Herr Doctor Nebel”, escreveu ele, “estou, como você, preocupado com a possível militarização dos foguetes. O mundo não precisa de mais maneiras de se explodir! ”

Ele fez uma pausa e continuou. “Bon Bülow.uma vez escreveu que a Alemanha queria seu lugar ao sol, mas você nos daria as próprias estrelas.” No caso de Nebel não ter sido persuadido, Ele acrescentou: “No entanto, se você deseja trabalhar com o governo, tenho certeza de que outros o fariam, menos propensos ao pacifismo. Sendo assim, não seria melhor se você liderasse a pesquisa? ”

Stresemann largou a caneta e encolheu os ombros. Embora duvidasse que os homens de Nebel algum dia construíssem foguetes que chegassem à lua, isso cativou a mente de muitos alemães, e ele preferia que pensassem nisso do que na guerra. Em qualquer caso, a capacidade de lançar toneladas de explosivos em Varsóvia usando outros meios que não os bombardeiros pode ser útil. Largando a caneta, ele bocejou e pegou o telefone. E então, todo o inferno se libertou.

Stresemann ouviu uma série de latidos agudos do lado de fora, que aumentaram e morreram rapidamente. Irritado, ele atendeu o telefone. "O que está acontecendo lá fora?"

"Senhor presidente", disse a voz do outro lado da linha, "parece que os camisas-pardas deram um golpe."

Stresemann respondeu com uma sequência interessante de maldições e disse: "Eu não acho que eles teriam cérebro para isso. Tudo bem, você ligou para o Reichswehr? ”

”Ja, mas a sua sede também foi atacada. Os reforços estão vindo de fora da cidade, mas. ”

Stresemann suspirou. "Ok, fale com a polícia e com o Reichsbanner."

Ele desligou quando um oficial entrou correndo. “Herr presidente, você deve fugir por uma entrada lateral. Ainda pode haver tempo para você escapar. ”

Stresemann parou no corredor e olhou para as paredes. As pinturas eram cafonas, retratando os líderes alemães no estilo romântico que ele sempre achou monótono. Mesmo assim, ele ainda sentia os olhos de Bismarck e Frederico, o Grande, fitando-o e o peso de sua presença.

“Não estamos fugindo para Stuttgart novamente. [2] If Hitler wants to kill me, let him shoot me in the office where I have a right to sit.”

He blinked for a moment. “There aren’t any Askari around, are there?”

Stresemann shrugged. “No reason.”

In hindsight, the failure of the SA’s coup was ineveitable. Their inability to cut communications between Stresemann, holed up in the Presidential Palace, and the rest of Berlin ensured that the Reichswehr, Prussian Police [3], and Reichsbanner could subdue the uprising. Some members of the SA refused to rise up at all, still loyal to Hitler, who dithered long enough to lose any opportunity to act. This put Hitler in the unfortunate position of finally offering his support to Rohm only after most of Berlin had been secured, and it should come as no surprise that he ultimately fled to Austria. Martial law was declared across Germany, with an uneasy peace supported by some Steel Helmets, the Reichsbanner, the army, and others.

Meanwhile, the German economy lay in ruins only the government’s currency controls and closure of the stock market had prevented an economic disaster, and Stresemann’s vision of a national community was in disarray. It would be up to him to pick up the pieces.

[1] Krupp really didn’t like the Nazis until 1933, thinking they were a threat to business. So, given his support of Stresemann, I find this pretty reasonable.

[2] During the Kapp Putsch, the government fled to Baden.

[3] Who are Social Democrats, bless their hearts.

Lord Insane

Arctic warrior

Alt_historian

I, um, I'm not getting what these guys have to do with anything.

Nevertheless, great update! I wonder how Stresemann will rebuild the German economy. has he met a certain Mr Keynes?

Lord Insane

Keith Robertsson

Askaris? von Lettow-Vorbeck reference?

Faeelin

This is a bad reference to my last TL, where Von Lettow made an appearance with Askari guards.

Kabraloth

Ah, the Reichsbanner.
The unfallible German Wikipedia actually has their flag in the article.

FaeelinsMan

FaeelinsMan

Ah, the Reichsbanner.
The unfallible German Wikipedia actually has their flag in the article.

I won't lie it's not the most stirring of images.

Lord Insane

Stevep

Possibly assuming too much sophistication but could it be meant to be that way? That their loyal to and supporting a Germany that metaphorically has been trampled underfoot?

Lord Insane

Possibly assuming too much sophistication but could it be meant to be that way? That their loyal to and supporting a Germany that metaphorically has been trampled underfoot?

Alt_historian

But it has arrows! Which symbolise. uh. symbolic stuff.

Alright, it's not much good. But what were the flags of the Stahlhelm and the Communist paramilitaries? Let's compare them, then we'll see whose looks best!

Kabraloth

Possibly assuming too much sophistication but could it be meant to be that way? That their loyal to and supporting a Germany that metaphorically has been trampled underfoot?

Faeelin

Hah, wouldn't be that hard too.

Anyway, sorry about the appearance of "Faeelinsman" I'm at the bf's, and didn't realize he was logged on.

Keith Robertsson

But it has arrows! Which symbolise. uh. symbolic stuff.

Alright, it's not much good. But what were the flags of the Stahlhelm and the Communist paramilitaries? Let's compare them, then we'll see whose looks best!

Faeelin

Building the National Community

DDVP poster from the 1930s. "Bread and work for the city and country against dictatorship from the Left and the Right."

The old Germany and the new ought not to be permanently opposed the Reichsbanner and the Stahlhelm should not for ever face each other as antagonists. Some means must be found of fusing the old and the new.-Gustav Stresemann, 1925​

Stresemann’s own political beliefs were badly shaken in the aftermath of the aborted SA coup. The Nazis and Communists gained millions of votes in local elections, and it seemed that over a decade after the Republic’s birth violence was still a political tool. O que deu errado? Stresemann, like many others, sought to answer this problem. Unlike many thinkers, he thought democracy still had a future.

Ultimately, Stresemann blamed democracy’s failure on the legacy of Wilhelmine government. In the Imperial era, parties had been based around interest groups who sought favors from an authoritarian government, whereas the Weimar state was based on coalition building by parties with varying interests. Thus, the Bourgeois were divided in the Republic into a variety of special interests groups as there was no true middle class consensus unable to accomplish anything of import, many then turned to the extreme right.

Stresemann also noted which parties didn’t lose votes to the extremes: namely, the Socialists and the Center Party. The difference, in his opinion, was that they offered their members a secure place in a rapidly changing world. So too, he recognized, did the Nazis and Communists. The problem was in providing a place for the average German in a democratic society.

Meanwhile, Stresemann’s own beliefs changed during the early 1930s. He had always thought that the individual, although retaining personal and social freedom and the courage of responsibility, could live a full and meaningful life only as part of national community. Such a group depended as much on deep vital forces, "spiritual factors" as Stresemann put it, as much as on material or political factors. Instinct, culture, custom, and the "imponderables of the national soul" all contributed to the organic social community. The inclusion of all classes in the responsibility of state affairs, Stresemann argued, would infuse the idea of community with a sense of practical vitality. Stresemann, in short, imagined a welfare-oriented paternalism, where there would be cooperation between social units based not on mechanistic integration but on a spontaneous and sincere commitment to the national community. “[1] By 1933, however, Stresemann had decided the government must push for democracy, whether the people wanted it or not.

Among Stresemann’s contributions was the formation of a Republican youth movement. Germany had long had a variety of youth movements, and all the political parties attempted to recruit young people by providing them with their own organizations, such as the Bismarck Youth or the Windthorst League. The growing division among Germany’s youth was, in Stresemann’s view, a serious concern, and in 1931 he had discussed the possibility of a “united youth movement”, designed to inculcate Germany’s children with the values of the Republic. Although Stresemann had banned the Hitler Youth shortly after his election, he was aware of the potential, and 1934 witnessed the formation of the German Youth. Although it was never mandatory, pressure was put on parents financially to enroll their children in the program, which was to “inculcate the Children with German values and German traditions.”

The German Youth stressed charity (by using children to pressure adults into donating money to relief funds), the pride in Germany’s countryside (by sending children to work for farmers as cheap labor) and, ideally, the lessons of German history. There were problems, of course. Many of the leaders and coaches had profoundly conservative leanings, or failed to understand the material they taught. Far more successful were the various specialized organizations, in fields ranging from husbandry to aviation.


The German Youth was just one aspect of Stresemann’s vision of Germany’s future others, such as the formation of the German Broadcasting Corporation, was another. Perhaps the most controversial, however, was his thoughts about the restoration of the monarchy. Stresemann had mixed feelings about the Empire, recognizing the good as well as the bad. He recognized, however, the hold that the Emperor had over the minds of many in the middle class, who he thought had turned towards self-destructive nationalism. Stresemann was not averse to a restoration of the monarchy per se he had written to Prince August Wilhelm about restoring the monarchy in 1925. On the other hand, he has no desire to bring back Wilhelm, who he views as a doddering old fool and August Wilhelm is a bit too close to the far right for Stresemann’s taste. In any case, Wilhelm has told his children that there will be hell to pay if they take a throne, and talks about restoring the monarchy in 1933 are too premature it would look like a move of desperation. If only there was some other Hohenzollern. [2]

It is, however, worth remembering that there was no overarching plan, with much of Stresemann’s proposals driven the needs of the moment. Ultimately, it was not until 1936 that he could consider implementing any more serious reforms. For the survival of a National Community required ending the Depression.

Germany’s economic recovery began soon after the banking crisis of 1931. With the implementation of currency controls and a moratorium on reparations, Stresemann took advantage of the opportunity to create an inflationary money supply. The German government rapidly began putting unemployed workers to work on projects across Germany. The government built canals, power plants, schools, and even began construction on Germany’s now famous autobahns [3], financed through a variety of ingenious schemes. The effects of Stresemann’s programs were soon felt, and by the middle of 1933 unemployment had been reduced to three million [4], and by the beginning of 1936 was down to two million. More than anything else, it was Stresemann’s success at restoring the economy that brought his government success, and, ultimately support. Yet in the long run, how Stresemann combated the Depression was as important as his success at doing so, for his actions led to Germany’s world renowned auto industry and helped give birth to the computer revolution.

On June 3, September 1933, Stresemann turned the first sod on the first stretch of the Hamburg to Basel motorway, and by 1938 thousands of miles of roadways had been built, crisscrossing Germany like arteries . Built in a modernist style that Stresemann ironically hated, they symbolized the mastery of technology over nature, and, with the People’s Cars that began to dot the roads, the German people’s triumph over poverty. Stresemann also promoted car races and authorized tax cuts on car purchases, leading to the quadrupling of car production by 1935. [5]

Yet Stresemann also used tax cuts in other ways, notably to solve the unemployment problem among the graduates of Germany’s universities. [6] Afraid that the Depression would diminish interest in the sciences, he passed legislation giving companies tax cuts for hiring engineers and scientists coming out of Germany’s universities. While these are not solely responsible for the renaissance in German engineering in the latter half of the 1930s, with the discovery of the transistor and mass production of televisions, given the predominance of younger engineers in electronics, it is fair to say that Stresemann’s policy laid the foundation for much of Germany’s electronics industry. [7]

Yet there was one major failure in Streseman’s policy, and that was the agricultural sector. Stresemann was never comfortable amidst farmers the DVP had drawn its support from the great cities, from merchants in Hamburg and businessmen in Berlin, and he was unfamiliar with their conditions. Moreover, subsidizing German agriculture by promoting autarky would have risked a tariff war that threatened Germany’s foreign trade, as well as raising costs for urban consumers. Although Stresemann supported programs to give farmers low interest loans, cheap fertilizer, and cheap labor, agriculture failed to recover as rapidly as the rest of the German economy. Given this situation, it is no surprise that many in the countryside to vote for nationalist parties.

Stresemann also continued to irritate Germany’s industrialists with his support for the cornerstones of the Weimar state. The Republic’s social security network remained in place, as did its system of collective wage agreements, trade unions, and state arbitration in industrial disputes. Although many industrialists were satisfied with Stresemann’s handling of economic recovery, they thought he was too sympathetic to the unions. For Stresemann, however, supporting the cornerstone of democracy by ensuring that workers received a square deal wasn’t something that troubled him in the slightest.

Still, as 1936 dawned, Stresemann could look with satisfaction on what he had done. Stresemann had brought his nation out of the Depression and restored its place in European affairs, with many calling him the Second Bismarck. And like Bismarck, he recognized that there were some changes to be made to map of Europe.

[1] A real cool paper by Stephen G. Fritz, entitled The Search for Volksgemeinschaft: Gustav Stresemann and the Baden DVP, 1926-1930, covers this pretty well.

[2] And of course restoring Wilhelm is the perfect way to freak out the rest of Europe.

[3] Why not? If you’re going to go for public works, go for roads.The motorways had another purpose, of course, creating 125,000 jobs in construction alone by 1935.

[4] It was around 4 million at this point under the Nazis.

[6] As opposed to under the Nazis, where Germany’s education system became a disaster.

[7] Unfortunately, he also liked zeppelins. So I guess they hold out a bit longer.


Gustav Stresmann – Man Crush Monday!

 Professor Philip Nash explains his man-crush on Gustav Stresemann, the important German politician during the Weimar period. What do Stresemann’s career and his hopes for Germany tell us about the strengths that can be found in nationalism? And we engage in some “what if Stresemann had lived” speculation. Would we have seen the rise of Hitler? Episode #394

Jonathan Wright, Gustav Stresemann: Weimar’s Greatest Statesman

Gustav Stresemann was the exceptional political figure of his time. His early death in 1929 has long been viewed as the beginning of the end for the Weimar Republic and the opening through which Hitler was able to come to power. His career was marked by many contradictions but also a pervading loyalty to the values of liberalism and nationalism. This enabled him in time both to adjust to defeat and revolution and to recognize in the Republic the only basis on which Germans could unite, and in European cooperation the only way to avoid a new war. His attempt to build a stable Germany as an equal power in a stable Europe throws an important light on German history in a critical time. Hitler was the beneficiary of his failure but, so long as he was alive, Stresemann offered Germans a clear alternative to the Nazis. Jonathan Wright’s fascinating new study is the first modern biography of Stresemann to appear in English or German.


Stresemann and Weimar

Prophet of European unity or pre-Hitler nationalist bent on wiping out Germany's Versailles humiliation? Sixty years after his death, Jonathan Wright reassesses the career and motives of Germany's leading statesman of the 1920s.

Gustav Stresemann, who became foreign minister of the Weimar Republic in 1923 and remained in that office until his death in October 1929, is one of the most controversial of the German political leaders of the nineteenth and twentieth centuries. He ranks, with Bismarck, Hitler, Adenauer and Brandt, as a figure who exerted a profound influence on Europe. From being a violent nationalist in the First World War, he became the leading statesman of the Weimar Republic. Together with the French foreign minister, Aristide Briand, and the British foreign secretary, Austen Chamberlain, he negotiated the Locarno Pact in 1925. This held out the promise of peace after the ravages of war and the turmoil of the immediate post-war period. Yet, over this achievement hangs a question mark. Was Stresemann's goal a peaceful Europe in which Germany was a reliable partner, or was his aim rather the step by step revival of Germany as a great power until it had regained a position of dominance?

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1 Oncken , Hermann , “Stresemann ah historische Gestalt,” Deutsche Allgemeine Zeitung ( Berlin ), 10 6, 1929 Google Scholar . Oncken, the leading German political historian of his generation, was close to Stresemann's line of thought in many ways. He has been frequently misrepresented at home and abroad, especially in recent years. About his aims as an historian and scholar-politician see the articles of this writer, which are based on a long and close association: “Ein Historiker des Lebens: Hermann Oncken als nationaler und liberaler Politiker,” Preussische Jahrbücher, CCXVIII ( 1929 ), 162 – 181 Google Scholar , and “Hermann Oncken and the end of an era,” Journal of Modern History, XVIII ( 1946 ), 148 – 159 .Google Scholar

2 Löwenstein , Hubertus Prinz zu , Stresemann: Das Deutsche Schicksal im Spiegel seines Lebens ( Frankfurt , 1952 ), p. 9 .Google Scholar

3 Rheinbaben , Rochus von (Dresden, 1928 )Google Scholar . — Olden , Rudolf , Stresemann ( Berlin , 1929 )Google Scholar . — Bauer , Heinrich , Stresemann: Ein deutscher Staatsmann ( Berlin , 1930 )Google Scholar . — Vallentin , Antonina , Stresemann: Vom Werden einer Staatsidee . Second edition , with Nachwort by Henry Bernhard ( Munich-Leipzig , 1948 )Google Scholar . —See also Stern-Rubarth , Edgar , Stresemann der Europäer ( Berlin , 1930 )Google Scholar and the same author's personal memoir Three Men Tried: Austen Chamberlain, Stresemann, Briand and their fight for a new Enrobe (London, 1939 ).Google Scholar

4 Stresemann , Gustav , Vermächtnis: Der Nachlass im drei Bänden . ( Berlin , 1932 – 1933 ).Google Scholar

5 Personal telegram from Hoesch to Curtius, of February 17, 1930. Unpublished.

6 See Vermächtnis , Das , II , 553 – 555 Google Scholar . Consult also Olden , Rudolf , “Was Stresemann sincere?”, Contemporary Review ( London ), CXLVII ( 1935 ), 557 – 565 .Google Scholar

7 See Knight-Patterson , W. M. , Germany from defeat to conquest, 1913–1933 ( London , 1945 )Google Scholar Bieligk , K. F. , Stresemann: The German liberals' foreign policyGoogle Scholar (London, no date) Boas , George , “ Stresemann: Object lesson in post-war leadership ”, Public Opinion Quarterly , VIII ( 1944 ) 232 – 243 CrossRefGoogle Scholar , with the reply by this writer: “Stresemann: good European or unrepentant sinner?” in the same journal, IX ( 1945 ), 258 – 260 .Google Scholar

8 Görlitz , Walter , Gustav Stresemann ( Heidelberg , 1947 )Google Scholar . — Löwenstein , Hubertus Prinz zu , Stresemann: Das deutsche Schicksal im Spiegel seines Lebens ( Frankfurt , 1952 )Google Scholar

9 Dr. Thimme has given this writer an outline of her forthcoming book which will be published by the Bollwerk-Verlag, Offenbach am Main, in a new series of brief political biographies.

10 See, e.g., Schlottner , Erich Heinz , Stresemann der Kapp-Putsch und die Ereigmsse im Mitteldeutschland und in Bayern im Herbst 1923 ( Frankfurt , 1948 )Google Scholar

11 Curtius , Julius , Sechs Jahre Minister der deutschen Republik ( Heidelberg , 1948 )Google Scholar and his posthumously published study Der Young-Plan: Entstel-lung und Wahrheit (Stuttgart, 1950 )Google Scholar Radbruch , Gustav , Der innere Weg ( Stuttgart , 1951 )Google Scholar Schiffer , Eugen , Ein Leben für den Liberalismus ( Berlin , 1951 )Google Scholar Schreiber , Georg , Zwischen Demokratie und Diktatur: Persönliche Erinnerungen, 1919–1944 ( Münster , 1949 )Google Scholar Severing , Carl , Mein Lebensweg . 2 vols. ( Cologne , 1950 )Google Scholar . See also Stampfer , Friedrich , Die ersten vierzehn Jahre der deutschen Republik ( reissue Offenbach , 1947 )Google Scholar , which is still most useful for the understanding of the period. For William Sollmann, another leading social democratic supporter of Stresemann's foreign policy and a member of his cabinet, see this writer's recent articles: “Memories of William Sollmann,” American-German Review, XIX ( 1953 ), 14 – 16 Google Scholar , and “William Sollmann, wanderer between two worlds”, South Atlantic Quarterly LII ( 1953 ), 207 – 227 Google Scholar . The author owes much to Sollmann for his constant encouragement in his Stresemann studies. Neither the Memórias of Franz von Papen (London, 1952) nor the fat volume by Meissner , Otto , Staatssekretär unter Ebert, Hindenburg, Hitler ( Hamburg , 1950 )Google Scholar add substantially to our picture of the Stresemann era there may be more of interest in the life story of Dr. Hjalmar Schacht, which has been announced for early publication. Former Chancellor Dr. Hans Luther told this writer in great detail about his relations wtih Stresemann see his printed address Vor 25 Jahren war Locarno—was ist heute? given before the Amerika-Gesellschaft, Hamburg, on 12 5, 1950 .Google Scholar

12 Dirksen , Herbert von , Moskau, Tokio, London: Erinnerungen und Betrachtungen zu zwanzig Jahren deutscher Aussenpolitik, 1919–1939 ( Stuttgart , 1950 )Google Scholar Kordt , Erich , Nicht aus den Akten ( Stuttgart , 1950 Google Scholar Prittwitz , Friedrich von und Gaffron , , Zwischen Petersburg und Washington: Ein Diplomatenleben ( Munich , 1952 )Google Scholar Schmidt , Paul , Statist auf diplomatischer Bühne, 1923–1945 ( Bonn , 1949 )Google Scholar Weizäcker , Ernst von , Erinnerungen ( Munich , 1950 )Google Scholar . Three books published in this country are indispensable for an understanding of the international situation in the Stresemann era: Craig , Gordon and Gilbert , Felix (editors), The Diplomats, 1919–1939 ( Princeton , 1953 )Google Scholar Holborn , Hajo , The political collapse of Europe ( New York , 1951 )Google Scholar and Neumann , Sigmund , The future in perspective ( New York , 1946 ).Google Scholar

13 The list of these names is far too long to be given here, but at least the unfailing helpfulness of Konsul Henry Bernhard should be grate-fully acknowledged.

14 See especially his articles “The Portent of Stresemann”, Commonweal, XLI , ( 1945 ) 486 – 489 Google Scholar , “Locarno: twenty-five years after”, Contemporary Review (London), CLXXVIII ( 1950 ), 279 – 285 Google Scholar , and “Adenauer and Stresemann compared”, New York Herald Tribune, 04 10, 1953 Google Scholar . The present article incorporates also some points raised by the author in a lecture on Stresemann given at the University of Heidelberg in July 1949 and passages from a paper read at the Boston meeting of the American Historical Association in December 1949.

15 Stresemann , Gustav , “ Politische Umschau ”, Deutsche Stimmen , XXXIV ( 1922 ), 421 – 427 Google Scholar . See also the most recent presentation of Rathenau's ideas by Kollman , Eric C. , “ Walter Rathenau and German foreign policy ”, Journal of Modern History , XXIV ( 1952 ), 127 – 142 .CrossRefGoogle Scholar

16 See Schiffer , Eugen , Ein Leben für den Liberalismus, p. 112 Google Scholar . Schiffer gave a similar account of the incident in a statement for this writer.

17 Unpublished the exact date when Stresemann wrote the poem, could not be ascertained.

18 See Oncken , Hermann , Rudolf von Benningsen . 2 vols. ( Stuttgart 1910 )Google Scholar . This is the only major contribution to the history of the national liberal party.

19 Example, in his Reden und Schriften, (Dresden, 1926 ), vol I , p. 140 – 163 Google Scholar and in his introduction to Eschenburg , Theodor , Das Kaiserreich am Scheidewege ( Berlin , 1929 ).Google Scholar


The Stresemann years

Gustav Stresemann, who served briefly as chancellor and then as foreign minister for most of the 1920s, was one of the Weimar Republic’s most effective statesman. Unlike many Weimar politicians, Stresemann demonstrated a thoughtful pragmatism, a passionate but rational nationalism and a capacity for getting things done. These qualities helped Germany endure the rocky political and economic waters of the 1920s.

Stresemann’s premature death in 1929 robbed Weimar Germany of one of its few political leaders not mired in self-interest, partisanship or extremism. His demise removed one of the republic’s few obstacles to chaos, dictatorship and totalitarianism.

Fundo

Stresemann entered politics as a National Liberal Party candidate in Saxony. In 1907, he became the youngest member of the Reichstag, aged 28. By 1917, Stresemann’s political talents had propelled him to the party leadership.

At this point in his career, there was little to differentiate Stresemann from several other nationalist politicians. He was a fervent monarchist and nationalist and was firmly committed to the war effort.

When the National Liberal Party began to dissolve in 1918, Stresemann joined the newly formed German Democratic Party (DDP). His nationalist views placed Stresemann in the right-wing of the liberal-centrist DDP and he soon became disenchanted with the party’s program.

The German People’s Party

By early 1919, Stresemann and several colleagues had abandoned the DDP and formed their own party, the Deutsche Volkspartei (DVP, or German People’s Party).

In April, he explained his vision for the DVP: “We are on course to become the old ‘middle party’ which is indispensable to the life of the state”.

The Treaty of Versailles heightened Stresemann’s nationalism. He cursed the treaty as a “moral, political and economic death sentence” for Germany and labelled the League of Nations “a farce, an American-English world cartel for the exploitation of other nations”. He also condemned politicians like Ebert for believing the “foolish dreams” about Germany being treated fairly by the Allies.

Through mid-1919, Stresemann lobbied against the Reichstag’s ratification of the Versailles treaty (it was passed 237 votes to 138). In August 1919, Stresemann reasserted the nationalist view that Germany must work to restore her strength:

“We are united that we must again attain a respected position in the world, and this goal can only be achieved by strong leadership. We will not be deceived by talk of a ‘League of Nations’. Already we see the triple alliance of Britain, America and France… what is this except a return to the old system. Our views have already been proved more right than even we anticipated. There will be powerful alliances again in the future, and the task for us is to become alliance-worthy again.”

A shift in views

In the early 1920s, Stresemann’s nationalism began to dilute and his politics shifted towards the centre.

Historians have pondered the reasons for this change. Some suggest Germany’s economic turmoil in 1922-23 convinced Stresemann that recovery was impossible without international co-operation.

Stresemann was certainly disillusioned by the militant nature of German nationalist movements. He thought that reform rather than revolution was the best way to secure Germany’s future.

Stresemann disapproved of both the failed Kapp putsch (1920) and the NSDAP’s Munich putsch (1923). He was also alarmed by right-wing political violence, especially the assassinations of Matthias Erzberger (1921) and Walther Rathenau (1922). Though Stresemann had his share of disagreements with both men, their murders appalled him.

Chancellor Stresemann

By 1922, Stresemann was working more closely with moderate and left-wing members of the Reichstag. In August 1923, chancellor Wilhelm Cuno was forced from office and Stresemann was invited to replace him, leading probably the broadest coalition government of the Weimar period.

The ongoing occupation of the Ruhr, spiralling hyperinflation and the weakness of Stresemann’s coalition doomed his government to inevitable collapse. He did not shy away from difficult decisions, however, calling a halt to ‘passive resistance’ in the Ruhr and giving the Allies a commitment to restoring Germany’s reparations instalments.

This did not mean Stresemann had changed his view of Versailles: he still loathed it and hoped for a revision of its strict terms. But he believed the best way to facilitate this was to abide by the treaty and begin negotiations with the Allies in good faith.

Rising unpopularity

These measures were ultimately successful but they made Stresemann unpopular across the political spectrum.

The Social Democratic Party (SPD), the architect of ‘passive resistance’ in the Ruhr, opposed Stresemann’s cancellation of it.

The SPD would eventually withdraw from the Stresemann coalition. This forced Stresemann’s resignation as chancellor on October 3rd, though Ebert had little option but to reappoint him two days later, this time with a much thinner coalition.

Nationalists were also incensed by Stresemann’s preparedness to co-operate with the Allies. On October 21st, separatists in the Rhineland – who considered the Weimar regime spineless and incapable of protecting their interests – attempted to establish their own republic. The Rhenish Republic, as it was known, collapsed after just a month.

The government collapses

This separatism in the Rhineland was followed a fortnight later by an ambitious attempt to seize control of the Bavarian government. Initiated by Adolf Hitler and the National Socialists (NSDAP) in a Munich beer hall, the putsch was crushed in under two days.

Though both putsches were unsuccessful, they cast a shadow over Stresemann’s cabinet. Stresemann himself chose not to take strong action. He had low regard for political fringe groups like the NSDAP and considered their putsch a relatively minor incident.

Others in the Reichstag, however, were more concerned about the increase in ultra-nationalist activity under Stresemann’s watch. By late November, the chancellor was facing a no-confidence vote in the assembly. He resigned the chancellorship on October 23rd, this time for good.

Foreign minister

Though no longer chancellor, Stresemann remained as foreign minister in the newly formed government of Wilhelm Marx. He would hold this office for more than six years under three different chancellors.

Stresemann continued his political pragmatism as foreign minister. He contributed to the Dawes Plan to renegotiate Germany’s reparations debt, forged reconnections with Germany’s European neighbours, restored diplomatic ties and sought international support.

In August 1928, Stresemann’s work was interrupted by a small stroke, suffered during a party meeting. He took no time off but while his mind remained keen, Stresemann’s essential skills – reading and writing – were noticeably affected.

Death and global reaction

Gustav Stresemann died in October 1929, aged 51, after another much larger stroke. The European press hailed him as a hero, a man befitting the ‘new Germany’. The London Vezes wrote that he saw “co-operation as the only escape from chaos [and] did inestimable service to the German Republic. His work for Europe as a whole was almost as great”.

A historian’s view:
“With the possible exception of Aristide Briand, no figure since the war has so dominated European affairs as did Herr Stresemann and no statesman has shown so unwavering a devotion to what he conceived to be the right course for his country. By a fortunate coincidence, it was also the right course for the world. Herr Stresemann may be said to have been the first of the Europeans.”
J. Wheeler-Bennett

1. Gustav Stresemann began his career as a right-wing nationalist politician. He supported the monarchy, detested the new republic and despised the Versailles treaty.

2. As the leader of the German People’s Party or DVP, Stresemann’s position moderated in the early 1920s. He adopted a pragmatic position and opposed political extremism.

3. Stresemann served as German chancellor briefly in 1923, ending passive resistance to the Ruhr occupation before his coalition collapsed and he was replaced by Wilhelm Marx.

4. As foreign minister, Stresemann worked to rebuild good relationships with Germany’s European neighbours, renegotiate her reparations obligations and revise the Versailles treaty.

5. Stresemann’s pragmatic approach to foreign policy was largely responsible for Germany’s re-entry into the community of nations. It helped to finalise the Dawes Plan, secure foreign loans and negotiate several treaties and agreements.

Citation information
Título: “The Stresemann years”
Autores: Jennifer Llewellyn, Steve Thompson
Editor: Alpha History
URL: https://alphahistory.com/weimarrepublic/stresemann-years/
Date published: September 28, 2019
Date accessed: Today’s date
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Stresemann, Gustav

Although Stresemann knew of efforts by Hans von Seeckt to evade the disarmament clauses of the Treaty of Versailles, he won the confidence of the Allies. He ended (1923) the passive resistance in the Ruhr district against French and Belgian occupation and obtained the evacuation of the Ruhr in 1924 he accepted the Dawes Plan (1924) and the Young Plan (1929) for reparations he raised the hope for peace by his part in the Locarno Pact (1925) he renewed (1926) the Rapallo treaty with the USSR and he had Germany admitted (1926) into the League of Nations with the rank of a great power. His harmonious relation with France's Aristide Briand became one of personal friendship. In 1928, Stresemann signed the Kellogg-Briand Pact. Soon after obtaining his last success, the evacuation of the Rhineland, Stresemann died of the consequences of overwork. His death was, prophetically, considered a calamity by all but the extremist elements in Germany. Stresemann shared the 1926 Nobel Peace Prize with Briand.

See his Essays and Speeches (tr. 1930, repr. 1968) E. Sutton, ed., Gustav Stresemann: His Diaries, Letters, and Papers (3 vol., 1935–40) biography by J. Wright (2003) studies by H. L. Bretton (1953), H. A. Turner (1963), D. Warren (1964), F. E. Hirsch (1964), and C. M. Kimmich (1968).

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